Girl, It's been a long, long time comin'
But I, I know that it's been worth the wait
It feels like springtime in winter
It feels like Christmas in June
It feels like heaven has opened up
Its gates for me and you
And every time I close my eyes
I thank the Lord that I've got you
And you've got me too
And every time I think of it
I pinch myself cause
I don't believe it's true
That someone like you
Loves me too
Girl, I think that you're truly somethin'
Yes, you are
And you're
You're every bit of a dream come true
With you baby, It never rains
And it's no wonder
The sun always shines when I'm near you
It's just a blessing
That I have found
Somebody like you
And every time I close my eyes
I thank the Lord that I've got you
And you've got me too
And every time I think of it
I pinch myself cause
I don't believe it's true
That someone like you
Loves me too
Think of all the nights
I've cried myself to sleep
You really oughta know
How much you mean to me
It's only right that you be
In my life right here with me
Oh baby, baby
And every time I close my eyes
I thank the Lord that I've got you
And you've got me too
And every time I think of it
I pinch myself cause
I don't believe it's true
That someone like you
Loves me too
Toda Vez Que Fecho os Olhos
Meu bem, já faz tanto tempo
Mas eu, eu sei que veleu a pena esperar
Parece como se fosse primavera em pleno inverno
Pare como se fosse natal em Junho
E parece que o céu abriu
Seus portões para você e para mim
E toda vez que fecho os olhos
Eu agradeço a Deus por te ter
E você me tem também
E toda vez que penso nisso
Eu me belisco porque
Não acredito que seja verdade
Que alguém como você
Me ama também
Meu bem, eu acho eu você é realmente maravilhosa
Sim, sei que é
E você também é
Cada pedacinho de um sonho que se tornou realidade
E com você meu bem nunca chove
E também pudera
O sol sempre está brilhando quando estou perto de você
É uma benção
Ter encontrado
Alguém como você
E toda vez que fecho os olhos
Eu agradeço a Deus por te ter
E você me tem também
E toda vez que penso nisso
Eu me belisco porque
Não acredito que seja verdade
Que alguém como você
Me ama também
Imagine todas as noites
Que chorei até dormir
Você realmente tem que saber
O quanto significa para mim
E o certo é que você esteja
Em minha vida, aqui bem perto de mim
Ah, meu bem
E toda vez que fecho os olhos
Eu agradeço a Deus por te ter
E você me tem também
E toda vez que penso nisso
Eu me belisco porque
Não acredito que seja verdade
Que alguém como você
Me ama também
...E você encontrou agora:
Priscila, 23 anos, Bacharela em Direito pela Ufes, gosta de música, livros, arte, mar, sorvete, camarão, dar boas risadas, navegar na rede, ler blogs...Em casa: papai, mamãe e irmã que estuda Educação Física...Mora perto do mar mas não vai à praia...Adora calças jeans, sentar no chão, andar descalça, estudar línguas, conhecer lugares diferentes e pessoas idem...Adora verde, natureza, plantas, que para ela são como bateria para o corpo...Atualmente, está encontrando o seu lugar no mundo...Membro da IB Praia da Costa...Ouve Lagoinha...Gosta do Kenny G...Gostaria de morar na Europa um tempinho - na Alemanha ou em Londres - só para "abrir" a cabeça...Está estudando alemão porque se apaixonou por essa língua...Acredita, confia e ama a Deus sobre todas as coisas, acredita que Ele tem planos lindos para cada um de nós...Jesus é seu amigo...Agradece a você que visita seu blog...Vielen Dank!
Como me encontro agora:
Também me encontro aí!
E-mail-me!: prissa_rp@yahoo.com
This is my blogchalk: Brazil, Espírito Santo, Vila Velha, Vitória, Portuguese, English, Priscila, Female, 21-25.
Para alegrar o dia. A cada manhã, mais coisas podres aparecem aqui no Estado. Eles estavam planejando matar até o prof. Henrique, Procurador Geral da República no Esp. Santo. Graças a Deus nada aconteceu. Que Deus continue a protegê-lo.
Então...cartoon " quase mau cárater" mandando por Carol para a nossa turma de faculdade, para a gente rir ao invés de chorar...
Hoje estava conversando com mamãe sobre o Alexandre. Mamãe soube, por dona Arith - uma senhora da nossa Igreja - que no período em que Alexandre estudava, ele morou na casa da filha dela. Chegou a ir algumas vezes a PIB Vitória. Dona Arith disse que ele era muito bom, uma pessoa muito boa, incapaz de fazer mal a qualquer um.
Mamãe teve aulas com ele na Escola de Magistratura. Ele tinha aquela cara de mau, era cheio de tatuagem, mas era muito bonzinho, ela contou. Tinha uma mania de mexer na camisa, talvez um cacoete para driblar a timidez. Só fazia graça, só fazia os alunos rirem quando estava de costas, escrevendo no quadro. Quando se voltava, já estava quase sério, foi o que mamãe lembrou. Só usavam camisas de manga comprida para esconder as tatuages... Um dia, mamãe não se lembra se ele estava sem o relógio ou se tinha dobrado a manga da camisa, mas, por causa disso, uma delas acabou ficando à mostra...
Vi no jornal A Tribuna, hoje de manhã, uma foto do juiz que trabalhava com ele, Carlos Eduardo Ribeiro de Lemos. Muito, muito triste. O juiz estava parado, olhando para o amigo no caixão, tristemente.
O jornal informava que a última entrevista que Alexandre concedeu foi na sexta-feira, publicada no domingo. O repórter contou que Alexandre disse, por telefone, que a sala estava cheia, estava muito tumultuado, e que ele iria descer. Desceu até a rua, e em pé, encostado na parede, em frente de uma loja,concedeu a entrevista. O repórter informou que ele parecia preocupado, pois ficava observando as pessoas que passavam.
Alexandre estava com pressa, mas ainda pediu para o repórter informar que ele não trabalhava sozinho, que Carlos Eduardo (a quem ele chamava Caê) trabalhava com ele, e lhe dava muita força.
Diversos organizações apresentaram, no jornal, notas de repúdio ao assassinato do juiz.
Vi na TV imagens do velório, e do Corpo de Bombeiro levando o corpo para o aeroporto. Tão bonito. As pessoas no calçadão pararam, algumas batiam palmas, outras tiravam os bonés em sinal de respeito, uma senhora parou e pôs a mão no coração, um rapaz em cima de uma cadeira aplaudiu efusivamente enquanto dizia Vai com Deus!, outra mulher abanava uma flanela preta, um homem fez o sinal da cruz. Todos o reverenciaram de alguma forma.
No Rio de Janeiro, o corpo também seguiu no Corpo de Bombeiros para o cemitério de Inhaúma, onde foi enterrado.
No velório, foi lida uma mensagem escrita pelo pai. Este parecia arrasado, completamente. Alexandre era filho único. Ele disse, mais ou menos isso: A Bíblia conta que um homem, Lázaro, foi ressuscitado por Jesus Cristo. Mas Lázaro teve sorte porque andava com Cristo. Com meu filho não vai acontecer o mesmo, mas podemos ressuscitar o Alexandre continuando a lutar pelo que ele lutou.
Na FDV, às nove horas, houve um culto ecumênico. Depois, os estudantes fizeram uma passeata pelas ruas de Vitória. Levavam a bandeira do Brasil, cartazes, alguns pintaram o rosto de preto. Fizeram uma parada em frente ao prédio do MP, e em frente à Assembléia tocaram tambores pedindo paz e justiça. Fizeram camisas pretas, onde se lia, em branco: Prof. Alexandre, faremos justiça.
Terminaram a passeata em frente ao Tribunal de Justiça, onde fizeram uma oração.
No final do noticiário, colocaram uma imagem do Alexandre, provavelmente a da última entrevista que ele deu, e inseriram, por cima da imagem, o trecho final da mensagem escrita por seu pai: Despeço-me do meu ídolo, mas deixo meu herói para vocês. Depois surgiram os créditos, em silêncio.
Fico pensando nos alunos dele. A sensação horrível de chegar na sala e saber que, naquele horário em que ele deveria chegar, ele não vai estar lá. Olhar uns para os outros sem dizer nada, mas dizendo tudo através do olhar. Sabendo que outro vai chegar para dar aula e que nunca mais ele vai estar presente.
Penso no seu pai. "Meu ídolo, meu herói". Quantos sonhos esse pai não tinha para o filho, tantas coisas boas ele desejava...Chamar o filho de ídolo mostra que ele tinha muito orgulho do seu menino. E perder um filho é tão horrível, quanto mais um filho único, sua única semente, sua única esperança de ver netos, de ver continuar sua história...Deve doer muito, muito.
Esses meninos e meninas nunca vão se esquecer disso, nunca. Vão se lembrar para sempre. Que essa lembrança possa fazê-los desejar e lutar sempre por justiça, mas não só isso, que essa lembrança possa sempre impelí-los a serem justos e agirem com justiça no desempenho de suas profissões.
Tive a imagem do Alexandre na minha mente várias vezes durante o dia. Vi, dentro de mim, várias vezes, a mesma imagem que tinha visto no jornal, de manhã. Nem entendo como pude ficar tão chocada, pois só o vi duas vezes, no máximo, em palestras. Mas, não sei... a imagem dele era muito forte. E talvez seja muito forte o sentimento de que ele não merecia, de que é injusto demais. Ele era muito jovem, estava apenas começando a lutar. Não sei, nem eu consigo explicar. Quando penso, parece um pesadelo, não parece verdade. Se para mim é assim, imagine para os que conviveram com ele...É estranho, e horrível. E eu precisava desabafar, precisava dizer isso.
Adeus, Alexandre. Que Deus conforte sua família e aqueles que amaram e foram amados por você. É só o que posso desejar.
8:13 PMEncontraram-me!:
Segunda-feira, Março 24, 2003
Alexandre Martins de Castro Filho
Eu pensei que talvez tivesse sido o pai, mas foi Alexandre Martins de Castro Filho quem foi morto. Motoqueiros atiraram enquanto ele chegava na academia. Foi socorrido mas chegou morto ao hospital. O médico disse que provavelmente os tiros foram à queima-roupa.
Por que ele dispensou a segurança da Polícia Federal no dia 2 de janeiro?
A Justiça Estadual está de luto, nenhuma comarca terá expediente hoje.
Estudantes da FDV fizeram uma carreta, segurando bandeiras pretas, até o Tribunal de Justiça, onde fizeram uma manifestação, pedindo justiça. Eles estavam lá, segurando cartazes com a foto do professor, e afirmando que não irão se intimidar.
Fico pensando que numa hora dessas, os mandantes estão rindo à toa ( à toa não, com motivo), e os executores também.
Temo pelo vida do prof. Henrique, que é Procurador Geral de República no Estado e cuja morte pode interessar a esse tipo de gente. Espero, sinceramente, que esses calhordas possam ser pegos. Acho que, depois disso, o clamor por justiça e o desejo de desbaratar e aniquilar os chefões do crime organizado vai ser bem maior. Pior para eles.
Alexandre era juiz da Vara de Execuções Penais e tinha apenas 32 anos. Era uma pedra no sapato do bandidões do estado, por isso foi morto. A ele, minhas sinceras homenagens.
Cantarei Teu amor para sempre
Dos montes correm para o mar
Teu rio de amor por mim
Eu abrirei meu coração deixando
Tua cura entrar
Me alegro por Te pertencer
Levantarei as minhas mãos
O Teu amor (..)
Me faz louvar-Te
Cantarei Teu amor pra sempre
Cantarei Teu amor pra sempre
Meu coração exulta
De alegria eu canto
Se o mundo pertencer a Ti
Ele se encheria com a Tua alegria
Assassinato
Papai acaba de me dar uma notícia horrível: mataram Alexandre Martins, um juiz do Estado. Fiquei pasma. Provavelmente foi a mando do crime organizado. Ele era muito novinho, 30 anos provavelmente; um excelente professor, pelo que pude perceber em uma palestra em que o ouvi. Há alguns dias atrás o vi dando uma entrevista no ES TV.Parecia muito cansado, estava feio. E agora...O pai dele tem um curso preparatório para prova de Magistratura que é considerado excelente. Que horror. Muito estranho pensar que esse rapaz agora está morto. Fico pensando na sua família, seu pai, sua mãe...
Corinthians x São Paulo
Todo mundo na Igreja sabe que o pastor é são-paulino doente. Todo mundo sabe que quando o São Paulo ganha, ele sempre dá um jeito de citar a vitória do São Paulo nas mensagens, fazendo todo mundo rir. Mas, por ontem, ele não esperava...
Os jovens e adolescentes ficaram esperando pelo pastor no portão da Igreja, loucos para que ele terminasse logo uma conversa e saísse do templo. Mas cadê que ele saía? Lá pelas tantas Valmir foi puxá-lo pelo braço para desvencilhá-lo dos malas que não paravam de conversar, dizendo: Pastor, uma homenagem para o senhor... O pastor veio para fora todo bobo, todo inchado. O pessoal contou um, dois, três e... Salve o Corinthians, o campeão dos campeões! Eternamente... Bruno cantava enquanto todo mundo batia palma no ritmo da música, e outros riam. O pastor ficou sorrindo totalmente sem graça, enquanto a gente morria de rir, adorando vê-lo naquele estado!
Depois da cantoria, ele ainda conseguir ser safo o bastante para dizer: Quero ver é vocês cantarem o hino do São Paulo quando ele ganhar...
Depois, mamãe saiu dizendo, brincando: Ah, mas ele merecia... e ainda completou Valeu, Bruno! A verdade é que todo mundo estava esperando por essa revanche...
Mas à noite, enquanto falava sobre vencedores, ele ainda deu um jeito de encher a bola do São Paulo, dizendo: Infelizmente ontem o melhor time não conseguiu ser vencedor, o que fez a congregação cair na risada.
....Só repito o que o Bruno disse, logo depois comentário de mamãe: PÓ-DE-ARROZ!
Saudade
Ontem teve ensaio do musical. No início, fiquei meio down. O horário é o mesmo dos antigos ensaios do Coro Jovem. Depois de dois anos seguindo a mesma rotina, curtindo os nossos ensaios loucos, cheios de riso e brincadeira, foi meio estranho estar ali sem o Marcos. Até comentei com a Van: Dá uma saudade do coro jovem e minha voz foi diminuindo dá uma saudade do Marcos...
O pessoal que estava no ensaio é quase o mesmo, com algumas exceções, mas é claro que não é a mesma coisa. Falta tanto... Nunca pensei que pudesse sentir tanto a falta de Marcos e Suzi e os meninos, mas verdade é que na primeira semana eu fiquei muito mal. Muito irritada, insuportável. Depois, aos poucos foi passando. Quando a Luciley, no culto de despedida deles, disse que todos se sentiam como se estivessem de luto, eu achei um pouco exagerado. Mas a verdade é que eu me senti assim mesmo, foi como se Marcos tivesse morrido; muito, muito, muito ruim.
Na semana passada, Suzi ligou para mamãe, mas ela não estava. Eu e Mi, na extensão, falamos um pouquinho com ela e com... Débora, que não entendia como podia falar com duas pessoas ao mesmo tempo no telefone... Marcos enviou um e-mail para o pessoal do Coro com um texto muito bonito. Respondi, perguntei como eles estavam. Ele respondeu, dizendo que estavam bem e dando os parabéns à Mi, por ter passado na prova da EMES.
Um certo dia, vi uma menininha tão parecida com a Débora que até me assustei: foi como se eu a estivesse vendo. E no domingo retrasado, foi um menininho parecido com Marquinhos que me pegou de surpresa. Ontem, alguém de costas tão parecido com Marcos... que levei outro susto.
Ontem vi pela televisão o início dos ataques norte-americanos à Bagdá. Muito, muito triste, porque ainda me lembro das imagens dos ataques ao Iraque na Guerra do Golfo, em 1990. Lembro daquelas imagens verdes, feitas de madrugada, com luzes que mostravam bombas cortando o céu.
Fico pensando em moças e rapazes iraquianos que hoje têm a minha idade e que naquela época tinham 10, 11 anos, como eu tinha. Eles passaram pelo horror da guerra, dos bombardeios, das fugas e agora, mais de dez anos depois, têm que passar pela mesma situação novamente. Isso é revoltante. Penso nos estudantes que, nessa situação de imprevisibilidade, ficam sem ter aulas; nos estudantes universitários que não podem freqüentar a universidade, não podem concluir seu curso, e não sabem quando poderão concluí-lo. A vida das pessoas fica cruelmente suspensa durante a guerra: não se sabe quando tempo esta vai durar, muito menos o que terá restado quando tudo acabar.
Se alguém perdeu a casa há dez anos atrás, qual será a sua sensação ao perder a casa de novo, tendo como algozes os mesmo loucos? Alguém que perdeu um parente querido, que será sensação terá ao perder outros parentes? Alguém que precisou fugir para morar em outro lugar, o que sente ao ter que fugir de novo, mais de dez anos depois, pelos mesmos motivos insanos?
Uma criança que nasceu em 1990, hoje é um adolescente que é privado de estudar, de estar com os amigos, de brincar. Um iraquiano que era adolescente há doze anos atrás, hoje é um jovem que não pode concluir seu curso, ou que precisa deixar seu emprego ou seus planos de se casar. Alguém que era um jovem na época da Guerra do Golfo, hoje é um pai ou uma mãe que teme por seus filhos, que precisa deixar sua casa sem saber se ao voltar vai encontrá-la de pé, que precisa deixar o emprego e não sabe como irá sustentar a família. Um adulto na época da primeira guerra hoje pode ser alguém que quer se aposentar e descansar, mas não pode porque tem que fugir. Quanto planos são interrompidos por causa de um guerra sem motivos!
Li hoje no jornal que curdos iraquianos já estão fugindo de suas casas e procurando refúgio em casas de parentes em lugares distantes...Uma foto muito triste. Várias pessoas levando algumas trouxas, andando a pé, sem saber quando poderão voltar. Eu me coloco no lugar dessa gente. Os EUA não têm - evidentemente não têm - direito de fazer isso. Eles se colocam no lugar de Deus, decidindo o destino das pessoas, expulsando-as de suas cidades e de suas próprias vidas! O que leva alguém a jogar bombas sobre as cabeças de inocentes, de pessoas que não têm nada a ver com suas briguinhas? Isso não é só menosprezar o valor da vida humana é, principalmente, não respeitar o direito das pessoas de viver seu dia-a-dia normalmente, trabalhando, estudando, saindo com os amigos, amando, fazendo planos...que direito eles têm, de interromper, sem mais nem menos, o curso da vida dos iraquianos? Nenhum! Isso só mostra que, para Bush, aquele povo não vale um cent sequer, não vale nada. Pode-se arrasar a vida deles como se arrasa um formigueiro ou um cupinzeiro, eles não valem nada. É triste, é nojento, mas é real.
Mamãe acabou de ligar para cá! Minha irmã passou na prova de teoria musical da EMES!Huhu! Vai estudar canto lá! Eu já estou comemorando, apesar de amanhã ainda ter a prova prática, porque já estou pensando que essa tá no papo: eu estive ouvindo minha irmã ensaiando e ela está cantando super bem! Huhu! Vai fundo, irmãzinha!
Nanci, nossa amiguinha, também passou. Ela está tentando uma vaga para estudar flauta transversa, que ela já toca há algum tempo. Também estou torcendo para que ela passe na prova prática.
Ontem à noite, pela primeira vez em muuuuitos meses, eu senti frio! As janelas do meu quarto e do quarto dos meus pais estavam abertas e eu precisei fechá-las porque entrava um vento forte e friiiio! E hoje de manhã estava tão fresquinho como há muito tempo não acontecia! Eu já tinha até me esquecido como era andar na rua sem sentir o calor horrível que tem feito ultimamente, tinha me esquecido é sentir uma brisa geladinha e fresca quando se passeia... tinha me esquecido como era bom! Queira Deus que esse calor vá embora logo...
Ditado Rítmico
Hoje minha irmã fez prova para entrar na EMES (Escola de Música do Espírito Santo), para estudar canto. Ela fez prova teórica e prática, e só quando chegar em casa vou saber como foi a prova. Para fazer a prova prática ela estava fera, teve aulas com uma professora de canto que conseguiu fazer com que minha irmã descobrisse todo o seu potencial: ela tem voz de cantora lírica!
Já para prova teórica, ela estava com dificuldade em ditado rítmico. Por isso, precisou ficar batendo ritmos durante dias, lendo trechos musciais, batendo o tempo com a mão e dizendo o tá tá tá que os estudantes de música conhecem bem. Uma sala de alunos de teoria musical batendo ritmo com o tá tá tá parece um bando de loucos ritmamente sincronizados...
No ditado rítmico, o professor é quem lê a partitura, bate o tempo e diz o tá tá tá para os alunos escreverem os símbolos rítmicos. É como ditado da primeira série quando a professora fala "exceção" e você tem que escrever direitinho, só que no ditado rítmico o professor dá a batida com o tá tá tá e o aluno tem que colocar o ritmo no papel... "Tá tá" com tempos iguais, em que você só bate a mão no primeiro "tá", pode significar duas colcheias se for no compasso simples com quatro ou três como denominador. Uma batida sem o "tá" pode ser uma pausa de semínima... Um espaço de tempo sem dizer nada pode ser uma pausa que está no lugar do tempo fraco. Um "taá" mais prolongado pode ser uma nota pontuada... Bater a mão e dizer o "tá" depois da batida pode ser uma síncope com uma colcheia, uma mínima e outra colcheia... e por aí vai... Parece coisa de doido? Um pouco. Mas é muito bom, eu garanto!
...E lá fomos nós para a visita. Eu, que pensei que só iriam aparecer umas oito pessoas, até me surpreendi: havia pelo menos umas trinta! Só que o menino, o José, não estava: tinha ido estudar com uns colegas de faculdade - a mãe disse que ele tem muita facilidade de aprender e os colegas o chamam para ajudar nas matérias. Tudo bem, não foi em vão: visitamos os pais dele. Foi muito bom: uma reunião simples mas abençoada. No final, cumprimentamos os dois, e conversamos um pouco com a mãe, Sandra. Pelo que percebemos, ela precisa muito ter alguém com quem conversar: falava sem interrupção e emendava um assunto no outro sem existir nexo nenhum entre eles! Foi o que eu, Mi e Lívia - nossa mais nova coleguinha - concluímos mais tarde. Saímos da visita direto para a praia...
Sábado - luau na praia
Quase que os convidados morrem de fome...Cânticos, palavra do Pr. Eliel e do Pr. Evaldo só não nos levaram à loucura porque estávamos de muito bom humor e animados demais. Eu, Mi e Lívia não parávamos de conversar. Aliás, descobrimos que Lívia fala pelos cotovelos e tem um ótimo papo. Eu a vi pela primeira vez, no ano passado, na entrevista que ela e sua família fizeram com os líderes do Ministério de Integração (eu faço parte, estava presente) quando pediram carta para nossa Igreja. Na época, ela estava fazendo vestibular. Sábado perguntei se ela estava fazendo faculdade: surpresa! Passou no vestibular da Ufes em...Química! Já a avisamos que ela vai passar por duas greves de três meses cada, mas ela está com medo mesmo do trote...Depois de alguns minutos de papo, Mi virou-se para mim e comentou, sem Lívia ver: Ela é igual a nós, né? Eu respondi: É. E completei: Debochada e inteligente...
Minha kanga fez um enorme sucesso. Eu, Mi e Lívia nos sentamos. Depois chegou Peterson, que passou todo o tempo silencioso, consumindo, um após outro, dois (dois!) chup-chup (ou sacolé, como queiram) de manga. Ele sentou-se ao meu lado, à minha direita, costas com as costas de Mi, e passou todo o tempo, pelo que concluímos depois, prestando atenção no papo entre eu, Mi e Lívia. Dava quase para ver as orelhas dele virando para trás, para escutar melhor. É claro que toda mulherada interessada nele passou por ali para falar com ele, uma depois da outra - parecia desfile. E ele, sonso, sentado, consumindo calmamente e lentamente os benditos sucos congelados: e afirmou adorar aquilo! Mi, brincou, dizendo que quando ele se casasse, a mulher poderia alimenta-lo só com chup-chup, o que o fez sorrir e voltar a se entreter com a comidinha gelada. Eu, quase deitada ao seu lado - estava apoiada nos antebraços - reparei o polegar com a unha roída, me ergui um pouco e perguntei, com um jeito de quem pergunta a uma criança: Você rói unha? Ele virou-se animado, mostrou o polegar esquerdo e respondeu alegremente: Só o dedão, então mostrou as outras unhas e completou: As outras eu faço e continuou entretido com a comida de criança. Retruquei, voltando à minha posição anterior: É, deve ser trauma de infância...Ele fingiu não ouvir e continuou entretido com a guloseima...
Acho que fui pega de surpresa com o jeito alegre e orgulhoso que ele demonstrou ao concordar que roía unha. Geralmente as pessoas que roem têm vergonha, e eu queria deixa-lo sem graça, mas não consegui... Engraçado, agora me passou uma coisa pela cabeça: quando alguém tenta me fazer ficar sem graça eu geralmente ajo da mesma forma, demonstro uma certa indiferença em relação ao assunto que a pessoa usou para me "pegar", para deixar a pessoa sem ação. Mas... bom, ele não foi indiferente, ao contrário, demonstrou um orgulho que não entendi... até chegar o domingo.
A mãe dele sentou-se ao meu lado no Coral. Lá pelo final do culto, fui reparar as unhas dela...pelo que vi, ela rói as unhas dos dois polegares e o as dos outros dedos, não! Só pode ser isso a causa do orgulho de Peterson: roer unha como a mamãe...Homens...
Bom, minha kanga teve outros convidados: Marta e Fábio, e Nanci que aproveitou para deitar, o que eu também fiz, enquanto conversava e morria de rir com Raphael e Mi, os dois em pé. Aliás, Felipe ressurgiu dos mortos e apareceu no luau. Saiu de lá tarde e afirmou que iria apanhar (da namorada), por causa do horário. Não tem jeito, ele adora estar conosco e nós adoramos estar com ele, por isso o seu permanecer tão longo na praia conosco.
No final...não comemos quase nada - eu e Mi, dois salgadinhos cada, mais uma porção de melancia que ela devorou - por pura preguiça de levantar e se servir. Em compensação, nos divertimos muito, muito mesmo! Sábado que vem tem Noite de Talentos...e me lembrei agora...também tem ensaio do teatro da cantata...
Às compras
Reparei que as lojas ainda estão liquidando a coleção de verão, assim, resolvi deixar as compras de roupas para sábado que vem. Mas havia outras coisinhas que eu queria adquirir: primeiro, um cordão para usar com meu pingente: meu cordão antigo quebrou tem uns três anos e fiquei sem usar nada até... sábado. Como não posso usar bijoux ou folheado na orelha nem no pescoço porque me dá alergia, tive que desembolsar uma pequena fortuna por um cordão fio italiano de ouro. Valeu a pena...é lindo demais.
Adquiri "Os descobridores de Deus", de Tommy Tenney, livro que descobri enquanto passeava pelos stands na Assembléia da Convenção Batista Brasileira, que foi em Vitória, em janeiro. É maravilhoso, sabe? E me fez compreender uma porção de coisas que acontecem quando estou orando, e que eu não entendia de jeito nenhum! Depois, vou comprar "Os caçadores de Deus", que foi o livro que gerou "Os descobridores..." Se você quer encontrar a Deus, sugiro ler!
Também comprei meu protetor solar tonalizante sem óleo, que serve como base. Produção de empresa farmacêutica capixaba! Huhu!
Para completar, pus bateria no meu relógio e comprei um anelzinho (folheado - meus dedos não descascam nem empolam, que é o que acontece com meu pescoço e minha orelha se eu usar algo que não seja realmente ouro) que é uma graça, parece hippie.
Hoje, finalmente pude ter nas mãos o meu álbum de formatura! A cerimônia aconteceu em 15 de março do ano passado (sim, já vai fazer um ano!) , mas só nos formamos mesmo, com o recebimento da certidão provisória, em 28 de maio. Isso por causa da greve surpresa que tivemos no meio do ano...Já estava tudo marcado para março, não dava para desmarcar. Então comemoramos em março, e continuamos tendo aula até o final de abril. Sui generis não? Eu me formei "de mentirinha na sexta", dia 15, e na segunda, dia 18, às sete horas da matina tinha aula de Prática Forense Penal! A Soninha, que trabalha no Departamento de Direito, disse que, nos 10 anos em que trabalhou lá, nunca tinha visto isso! É só para quem estuda em Universidade Pública, gente...
Pois bem, já estou com meu álbum...O fotógrafo que contratamos, Zé Carlos, é o melhor de Vitória, e vive abarrotado de trabalho! Acho que ele fotografa todas as formaturas da Ufes, se não for isso, pelo menos todas as formaturas do Direito ele fotografa! Fora outras faculdades, casamentos...Por isso essa espera de praticamente um ano! Mas valeu a pena...Ta lá a turma toda, eu e o Alexandre, que agora é agente da Polícia Federal; eu e meus primos; meu orientador de monografia, Prof. Henrique; nosso paraninfo, Prof. Fernando; Prof. Álvaro, desembargador, uma gracinha de pessoa: beijou a mão de mamãe na formatura dela, e não é que fez o mesmo comigo?
Bateu uma saudade... foi um tempo difícil para mim, mas foi muito bom também. Posso dizer que amei e odiei estudar na Ufes. Mas o amor é maior e suplanta tudo. No final, ficou só um monte de coisas boas e lembranças que alimentam o coração de uma forma muito doce.
Farra!
Amanhã tem...FARRA! (é como o Valter fala..) Às 19:30 o Ministério Jovem vai fazer visita a um amigo de Patrick. Vamos ficar lá só durante uma hora, para não incomodar. E depois...tem aniversário-luau da Saile na praia!! Huhu! Já lavei minha kanga, que estava há séculos sem ver a luz do sol, para poder sentar na areia sem problemas. Ela é enorme e dá para outros amigos se sentarem também...
Gente, vi o chefinho! Eu estava no segundo andar, tinha ouvido uma voz mas achei que era do irmão dele. Quando entrei no corredor, era ele, se despedindo do advogado (de terno cinza e maleta? Só podia ser! Mesmo porque estamos com um processo dureza nas costas, pelo que papai contou ontem...), ele me viu, disse: Oi Priscila. Eu : Oi. Ele, de praxe: Tudo bem?. Eu: Tudo bem, e fui descendo as escadas. Atrás de mim, ele gritou lá para baixo: Afonso!, para chamar um senhor sentado na recepção. Até achei que ele ia descer, mas, nada! Ele não desce, só grita para quem está embaixo subir...E lá fui eu embora...
Bloddy sun
Hoje faz dois meses que estou trabalhando aqui. Nesses dois meses, hoje foi a primeira vez que o dia amanheceu nublado e permaneceu nublado mesmo depois das nove horas, sem aquele sol violento que tem nos castigado desde...sei lá quando. Quando vi o dia com aquela luz branca, pensei: Aposto como antes das dez aquele sol violento vai aparecer de novo. São cinco para as dez, acabei de dar uma saidinha, e vejo que o sol está degladiando com as nuvens para aparecer totalmente, bem forte. Por enquanto, ele está conseguindo exibir seus raios de uma maneira mais suave, mas vamos ver até quando essa suavidade vai durar. I wonder if ao meio-dia o sol estiver se exibindo de forma violenta, como sempre, tornando tudo quente...
Speak up e Vitória
Lendo uma Speak up, me lembrei de Vitória, minha prima linda de cinco anos. Os pais contrataram uma empregada nortista, com um sotaque daqueles bem carregados. Vitória, ouvindo aqueles fonemas completamente estranhos, perguntou à moça: Por que você está falando inglês?
São quinze horas e trinta e um minutos. Momento histórico: acabo de verificar que o Ponto de Encontro chegou à centésima visita, em dezessete dias. Sei que não fui eu porque meu counter ignora minhas visitas... Bem, seria muuito, muuito melhor se todos que tivessem passado por aqui tivessem deixado um alô, hello, hallo, ciao...Mas nem tudo é perfeito. De qualquer forma, estou satisfeita.
Out
Sábado, depois da programação, fomos ao Habib's. Sinceramente? A comida não é muito boa e ainda é preciso pagar 10% de taxa de serviço. Mas valeu a pena porque estávamos todos juntos. Sentamos em uma mesa separada eu, Mi, Bruno, Marta, Fábio e a aniversariante, a Van. O resto dos jovens e adolescentes que também vieram faziam barulho demais e resolvemos ficar afastados e não nos comprometermos.
Foi divertido. Conversamos, rimos muito - descobri um fio de cabelo branco em Bruno, que ficou desesperado, o que fez a Van dizer que ela tem um monte deles. Eu, até hoje, não encontrei nenhum - ainda bem...hehehe.
Pudemos conhecer um pouco mais o Fábio, namorado da Marta, que demonstrou ser consciencioso e absolutamente sincero em relação ao que pensa. Ele e Bruno ficaram no mesmo dormitório no retiro, e Bruno já declarou sua simpatia pelo cara. Marta é uma gracinha, e é bom percebermos que ela tem como namorado alguém cem por cento.
Para Valter
Val, meu amorzinho, muito obrigada pela sua amizade. Muito obrigada pelo carinho e pelo seu sempre presente bom humor. Obrigada por ter me aturado durante esse ano e dois meses que nos conhecemos - eu sei que eu fui muito chata muitas vezes, mas você sempre demonstrou uma paciência sem limites comigo...
Obrigada por seu meu amigo, por compartilhar a sua vida comigo, por demonstrar confiar em mim mesmo quando eu não fiz o mesmo em relação a você. Obrigada por me deixar lhe dar conselhos, por aceitar meu carinho, por ser essa pessoa tão, tão...que eu não sei definir que você é. Obrigada por me amar. Também te amo.
Hoje fui ao culto de quinta-feira ( miracle!) e revi todo mundo! Estava morrendo de saudade do Bruno, da Marta...Ainda vi Nanci. Bruno contou detalhes do retiro, Patrick já avisou que quando os ensaios do Coro Jovem retornarem ele está a fim de voltar ( legal!), Marta já avisou que o André vai continuar tocando e a Clarice vai reger! Legal! Marcos ia gostar de saber que a gente não deixou o Coro acabar!
Sábado tem programação do Ministério Jovem, e é aniversário da Van. Bruno disse que ela estava querendo combinar de a gente sair da Igreja, depois da programação, e ir comer no Habib's, para comemorar. Vai ser legal reunir tudo mundo de novo! Huhu!
9:56 PMEncontraram-me!:
Say a little prayer...
Ontem fiquei assistindo a O casamento do meu melhor amigo. Geralmente eu vou dormir cedo, mas decidi deixar minha cama pra lá, rever o filme e ir dormir algumas horas depois. É claro que valeu a pena: é um filme muito gostoso e leve, e eu fui dormir muito bem.
A melhor cena é aquela do almoço, quando George (Rupert Everett) conta aquela história mentirosa e louca e de repente começa a cantar Say a little prayer for you, contagiando não só os que estão na mesa, mas todos as outras pessoas que estão no local. É fantástica! Todo mundo se deixa levar pela música, cantando como loucos: os pais da noiva, a Kimi (Cameron Diaz), as duas irmãs abiloladas...até eu já estava cantando sozinha no sofá! E só os dois se olhando, sem achar nenhuma graça...
Tão boa quanto essa, só o final, quando a Julie (Julia Roberts) recebe o telefonema do George - aliás, que celular enoooorme! fiquei horrorizada com os tijolos que os personagens exibiram no filme todo, eu não me lembrava disso! Será que na época em que eu assisti à fita aqueles tijolos eram comuns? Aliás, eu também não me lembrava daquela abertura brega com aquela noiva e as damas cantando... - ela procura por ele, ele vai ao encontro dela, diz: Não haverá casamento, não haverá sexo- faz aquela expressão de horror ou medo maravilhosa - mas haverá dança, e os dois terminam dançando ao som de... Say a little prayer, claro! É perfeita! E foi perfeita para encerrar a minha noite...
Sete filmes no feriado, e hoje ainda tem mais dois! Vamos lá:
"Kate and Leopold": comédia água-com-açúcar com a namoradinha da América, Meg Ryan. Simpatiquinho, mas pouco convincente, e possui alguns erros na composição da história.
"O conde de Monte Cristo": filmagem do fantástico livro de Alexandre Dumas. Com certeza o livro é mais rico que o filme, mas este dá o recado da mensagem.
"Um grande garoto": filmagem do livro de Nick Hornby. Muito sensível, sem ser piegas e sentimental; e realista.
"Jogos de Espiões"; um suspense light e inteligente com Roberto Redfor e Brad Pitt, sem ser tenso.
"Minority Report": louco, mas muito, muito convincente. O que o homem não é capaz de fazer por vaidade?
"A herança de Mr.Deeds": comédia boba com Adam Sandler, cujo cérebro gostaria de saber o que contém. Ele não se cansa de fazer sempre o mesmo personagem?
"Noiva em fuga": ouvi críticas sobre esse filme, dizendo que ele não conseguia repetir o efeito de "Uma linda mulher". Mas "Uma linda.." virou clássico, não dá para comparar, né? A crítica não procede:"Noiva em fuga" é uma delícia, eu garanto! E o final é imprevisível...
"Insônia": Uau! Parece coisa dos irmãos Coen, mas não é. (Sabe que a Hilary Swank até se parece com a Frances McDorman?) Seco, seco, seco. Al Pacino está perfeito e Robin Williams convence. Mas é um filme seco.
"K- Pax": Kevin Spacey e Jeff Bridges brilham em uma história intrigante e emocionante, cheia de significados nas entrelinhas. Preste atenção ao trecho com a voz em off do Kevin no final. Foi o melhor deste feriado.
7:02 PMEncontraram-me!:
Sábado, Março 01, 2003
Sou você
(Caetano Veloso)
Mar sob o céu
Cidade da luz
Mundo meu
Canção que eu compus
Mudou tudo
Que agora é você
A minha voz
Que era da amplidão
Do universo
Da multidão
Hoje canta só por você
Minha mulher
Meu amor
Meu lugar
Antes de você chegar
Era tudo saudade
Meu canto mudo no ar
Faz do seu nome hoje
O céu da cidade
Lua no mar
Estrelas no chão
A seus pés
Entre as suas mãos
Tudo quer alcançar você
Levanta o Sol do meu coração
Já não vivo
Nem morro em vão
Sou mais eu por que sou você