Para encontrar, para se encontrar, para ser encontrada...
By William Whitaker




























 
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Priscila, 24 anos, Bacharela em Direito pela Ufes, gosta de música, livros, arte, mar, sorvete, camarão, dar boas risadas, navegar na rede, ler blogs...Em casa: papai, mamãe e irmã que estuda Educação Física na Ufes e Canto lírico na Emes...Mora perto do mar...Adora calças jeans, sentar no chão, andar descalça, estudar línguas, conhecer lugares diferentes e pessoas idem...Adora verde, natureza, plantas, que para ela são como bateria para o corpo...Estudou piano clássico por dez anos...Preparando-se para o concurso da Polícia Federal...Escolheu este template porque a faz lembrar a obra de Piet Mondrian...Está estudando alemão porque se apaixonou por essa língua...À procura de alguém inteligente, descontraído e determinado, absolutamente sincero, que goste de conversar e seja muito bem-humorado...Acredita, confia e ama a Deus sobre todas as coisas..Jesus é seu amigo...Agradece a você que visita seu blog...Vielen Dank!



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Diretório de Blogs Brasileiros
































Ponto.de.encontro
Quinta-feira, Outubro 30, 2003

Cantarei para sempre



É a versão de Aline Barros para I could sing of Your love forever de Martin Smith, da banda inglesa Delirious? Tenho ouvido essa música dezenas de vezes durante o dia. Estou mesmo precisando me lembrar que Deus me ama de verdade, sempre, em qualquer circunstância.


Cantarei desse amor

Nos altos montes ou no mar
Rios de amor correm sobre mim
Eu sinto no meu coração
A Tua cura e o Teu poder

Firmado estou nessa verdade:
Não há outro como Deus
Por isso eu declaro
O amor do Pai a me envolver

Cantarei desse amor para sempre
Viverei esse amor para sempre

Sinto que dançando
Eu celebro ao Senhor
E quando o mundo vir Tua luz
Eles dançarão de alegria como eu



A letra original pode ser lida aqui. E pode-se ouvir aqui - clicando em downloads - a intepretação belíssima dessa canção pela Deliverance Band.

10:20 PMEncontraram-me!:

Terça-feira, Outubro 28, 2003

Parabéns!



Hoje, 28 de outubro, é o aniversário da mamãe! São 52 anos de vida, e ela continua uma gatona, enxuta e loiríssima!

Minha irmã está desde ontem dizendo que mamãe "irá colher mais uma flor no jardim da primavera", expressão que mamãe detestou, pois segundo ela, só velho "colhe flor no jardim da primavera"....

Que Deus continue a lhe abençoar para que você seja sempre uma benção para nós!

Te amo, mãe!

5:19 PMEncontraram-me!:

Segunda-feira, Outubro 27, 2003

Da ficção para a realidade




Eu já tinha percebido a existência dele, até já sabia quem eram os seus pais, mas nunca tinha tido uma oportunidade de ver como era o seu jeito - e nem tinha pensado em saber. Mas ontem, quando o vi sentando-se sozinho, não resisti. Fui até ele, e deixando para trás o medo de romper a tênue linha que separa ficção e realidade, sentei-me em uma cadeira atrás e perguntei-lhe se não gostaria de participar do Coro Jovem.

Entre o momento em que me sentei até o momento em que lhe fiz a pergunta existiram os milésimos de segundo em que ele se virou e disse algo como um oi antes que eu pudesse dizer qualquer coisa. A sensação estranha que tive nesses milésimos de segundo iniciais logo se desfez quando lhe fiz o convite. Ele se mostrou alegre e receptivo - muito mais do que eu poderia imaginar - e quando observei seu rosto, primeiro pensei que ele possuía uns traços de alguém mais velho do que eu tinha pensado e, segundo, que ele era muito mais simpático e falante do que poderia desejar.

Apesar de ter adorado a idéia, ele realmente não poderia participar, e por um motivo que eu já havia cogitado: faz Engenharia Elétrica em São João del Rey e só está aqui por causa das férias - sim, fora de época, como em toda universidade pública!

Fosse ele introspectivo, nossa conversa terminaria aí, no entanto...ele é conversador e tem - como o Neil - um ótimo papo! Assim, falamos sobre o musical que o Coro Jovem começou a ensaiar; sobre Direito e concursos; greve das Federais, "para quem não quer pagar uma faculdade, é a única saída", comentou alegre; o dia em que ele iria embora e quando voltaria novamente; e sobre a programação dos jovens. Perguntou-me se não tínhamos União e expliquei que a programação ocorria aos sábados, ao que ele manifestou interesse, perguntando o horário da reunião.

Pois bem, se eu não tivesse consciência de que logo eu teria que me despedir por causa do início do culto, eu teria feito uma dezena de perguntas e a nossa conversa teria se desenvolvido muito, muito mais. Ou seja, acho que nós teríamos ficado conversando longamente, se tivéssemos tempo à disposição.

Ao final, perguntei o nome dele. Aconteceu uma coisa engraçada: ele respondeu Junior e eu fiquei sem reação, afinal, Junior não é bem um nome, e eu pensei que gostaria de saber o primeiro nome. Enquanto apertava a mão dele e enquanto os milésimos de segundo se passavam, lá de dentro do meu cérebro veio a informação de que eu sabia o nome do pai dele - embora não conseguisse me lembrar - por isso não precisava me preocupar, pois o nome dele seria o mesmo.

Quando lhe disse o meu nome, ele também ficou sem reação - como se não tivesse ouvido bem - assim, repeti, o que fez com que ele respondesse, entre embaraçado e pensativo, que tinha demorado para...processar ou algo assim, o que me deixou com a impressão de que o meu nome o fez lembrar alguém ou alguma coisa.

No entanto, logo ele se recompôs e, sorrindo, agradeceu pelo convite, também dizendo - tenho uma vaga impressão sobre isso - algo relativo ao sábado. Eu acenei e me despedi.

Se ele é bonito? Sim, é. Tem o biotipo de indiano - aqui no Brasil os caboclos são bem assim - e um lindo sorriso. E como eu tenho queda por biotipos orientais...

Se eu tenho algum interesse? Hmm...( isso parece coisa do Neil - que saudade!) acho que não. Pensando bem, eu queria romper a linha entre ficção e realidade para que ele se tornasse real para mim - para que eu soubesse como é o jeito dele - mas também para que eu me tornasse alguém real - com uma existência concreta - para ele.

Antes eu pensava que ele era inacessível, ontem eu provei para mim que não. Talvez eu tenha provado que ninguém é inacessível, e que eu posso ser acessível a qualquer um. Será que a resposta passa por aí? Eu queria me tornar acessível? Hmm...Talvez eu esteja deixando para trás o complexo de princesinha, querendo me tornar uma mulher comum.

Hmm...isso é bom, muito bom...;-)



12:59 PMEncontraram-me!:

Sábado, Outubro 25, 2003

Lindo



Esse texto eu furtei da Sueli, do NöteBlog. É lindo!

A mulher saiu da costela do homem,
não dos pés para ser pisada,
nem da cabeça para ser superior.

Saiu do lado para ser igual,
debaixo do braço para ser protegida,
e ao lado do coração para ser amada.

11:29 AMEncontraram-me!:

Segunda-feira, Outubro 20, 2003

Cacique, um lorde



Na sexta à noite eu e Mi fomos para o sítio com Henry e William, para preparar o Caça ao Tesouro do Um dia de criança, que iria acontecer no dia seguinte. Os pais do Henry estavam lá, lanchamos e ficamos até mais de meia-noite preparando o material. Mas ainda tive a supresa de conhecer um verdadeiro gentleman: Cacique, um dobermann educadíssimo como nunca vi. Nós nos aproximamos enquanto Rubens, pai do Henry, dizia para o cão: Amigo, amigo.... Cacique deu um farejadinha em cada um dos estranhos, para o reconhecimento inicial. Decidi fazer carinho nele, acariciando sua cabeça enorme de dobermann. Ele ficou olhando para mim, com aqueles olhos cor-de-mel, sonso como não-sei-o-quê. Minutos depois Mi decidiu também fazer carinho nele, e quando ela parou, ele colocou uma das patas na perna dela, como se pedisse mais.

Mas a educação de Cacique pudemos ver mais tarde. Prevot, um poddle implicante, começou a pular no dobermann e a morder a orelha dele. Henry brigou com Prevot, que indisciplinadamente, não obedeceu. Mas o que Cacique fez? Pacientemente, com uma das patas, tentava afastar Prevot da maneira mais delicada possível. Prevot continuava pulando em cima dele, e o dobermann, educadamente, não rosnou ou ameçou, apenas continuou afastando Prevot, tentando fazê-lo parar de pular. Fiquei fascinada e disse que Cacique estava demonstrando sua fleuma inglesa, o que fez todo mundo rir.

No sábado de manhã, encontrei Cacique deitado na área da piscina. Sentei-me em uma das cadeiras e fiquei falando com ele. Delicadamente ele se aproximou, com olhos de pidão, o que me fez acarinhá-lo. Sem nenhuma cerimônia, o cão deitou a cabeça em uma das minhas pernas, enquanto eu o acariciava. Depois, mudou de posição e deitou-a em cima da minha outra perna, sem nenhuma vergonha na cara. Ainda encantada, disse-lhe que ele tinha a educação inglesa e a sonseira indiana - que eu conheço bem - enquanto ele me olhava com aqueles olhos cor-de-mel lindos. Satisfeito, afastou-se e voltou a se deitar no chão, debaixo do sol.

Cacique: um gentleman - interesseiro - mas um gentleman!


12:21 PMEncontraram-me!:

Quinta-feira, Outubro 16, 2003

Um lugar chamado Notting Hill





Eu confesso: não tinha o assistido ainda. E confesso de novo: amei-o. É claro que é inverossímel - isso é cinema, ora! - mas é maravilhoso. O humor escancarado misturado ao humor inglês mais irônico, as imagens lindas de Notting Hill com uma luminosidade incrível, a química entre Julia e Hugh, os personagens que nos fazem pensar que todos os ingleses são absolutamente loucos ou dementes, o jeito inglês de não levar a si mesmo a sério e fazer piada da própria desgraça, Anna e Will se encontrando e se descobrindo...é tudo maravilhoso! E a cena - bastante citada e elogiada - das estações do ano passando, enquanto Will caminha pelas ruas do bairro é realmente um primor, uma delícia.

A trilha sonora é sublime: "She" faz tanto sentido para Will que ele poderia ter escrito a letra da música, "Ain't no sunshine" dá o clima certo da tristeza britânica do moço enquanto ele caminha solitário, e "When you say nothing at all"...bem, nem preciso dizer: a voz do Ronan Keating é maravilhosa e a letra revela a paixão que vai surgindo de forma simples dentro de Will.

E eu amei a cena final...Anna e Will, que parecem tão alheios um ao outro, na verdade estão absolutamente ligados, pois os dedos de suas mãos permanecem entrelaçados mesmo estando os dois distraídos...É o tipo de amor calmo e simples que, eu pelo menos, desejo.:-)

9:43 PMEncontraram-me!:

Segunda-feira, Outubro 13, 2003

From Luther Vandross



"I'd rather"

I'd rather have bad times with you, than good times with someone else
I'd rather be beside you in a storm, than safe and warm by myself
I'd rather have hard times together, than to have it easy apart
I'd rater have the one who holds my heart

"Eu preferiria"

Eu preferiria ter momentos ruins com você do que momentos bons com qualquer outra pessoa
Preferiria estar ao seu lado em uma tempestade, do que seguro e aquecido, mas sozinho
Preferiria passar por momentos difíceis ao seu lado do que por momentos fáceis longe de você
Preferiria ter aquela que possui meu coração


Eu gostaria de encontrar alguém que me dissesse isso, alguém para quem isso eu também tivesse vontade de dizer. Viver momentos alegres ao lado de alguém é fácil: pode-se viver momentos alegres, engraçados e divertidos ao lado de qualquer um, mas o desejo de viver momentos ruins ao lado de alguém, ao invés de momentos alegres com qualquer pessoa, advém da certeza de que estar tudo bem não é mais importante do que estar junto, e de que o simples fato de se estar junto faz estar tudo bem quando há confiança no poder do amor.

E vocês? O que pensam?

8:42 PMEncontraram-me!:

Domingo, Outubro 12, 2003

Causos



Ontem saímos eu, Mi, Bruno, Raphael e Rafael - este, com f, namorado de Mi. Fomos visitar o Lucas, que está meio sumido. Na hora dos comes e bebes, falando das fotos dos tempos de criança que precisamos entregar para fazer inscrição para Um dia de criança, Raphael - levemente e charmosamente estrábico, tanto que é chamado por mamãe de Andy Garcia dos pobres - lembrou-se que, quando era adolescente sofreu preconceito porque os colegas o chamavam de zarolho. (Eu não sei se naquela época o estrabismo era maior, a verdade é que, pelo que vimos de uma foto 3x4 que ele tem na carteria, ele realmente foi um adolescente feio! que se tornou lindo).

Foi a deixa! Mi se lembrou de um professor que tivemos que era muuuuuito estrábico, tão estrábico que os alunos não tinha coragem de colar nas provas - era Matemática - porque não sabiam para onde ele estava olhando... De repente Rafael - que estudou no mesmo colégio que nós - gritou o nome do professor e começou a rir, lembrando da situação desesperada dos alunos. Mas desespero mesmo a gente passava quando ele olhava para alguém e pedia para o aluno ir ao quadro, por exemplo. O coitado do aluno nunca sabia se era ele mesmo que o professor estava chamando ou o colega do lado. Ou o de trás. Ou o da frente...

E situação agoniante continuava até a gente descobrir afinal quem era o infeliz que ele estava chamando. Ontem, livres há anos do professor - que aliás é parente de um grande amigo de Mi - pudemos morrer de rir das lembranças. Mas na época não era nada engraçado...

E vocês? Têm algum causo escolar engraçado?



Coração de Leão



Nunca se pode achar que se conhece bem alguém até que esse alguém se revele como é. Pode-se enxergar entre as linhas, ler as entrelinhas, mas algo sempre vai ficar faltando. E, de repente, quando se menos espera, o sujeito mostra exatamente quem é. Para quem gosta de pessoas fracas, encontrar alguém muito mais forte é uma sensação desagradável. Para quem gosta de encontrar força nos outros, perceber que esse outro é muito fraco é tão ou mais desagradável quanto encontrar força onde se esperava fraqueza.

Eu sempre achei que ele fosse um forte. Realmente forte, seguro, senhor de si, de suas idéias, de seu destino, tão seguro e tão apaixonadamente seguro que eu não poderia desejar mais nada. Eu seria capaz de conviver com seu temperamento complicado, melancólico, irritadiço só para beber dessa força que eu via nele. Nada, nada me importava. Apenas sentir a força dele valia qualquer coisa, e me sentir amada por um forte valia tempestades e dificuldades no relacionamento.

Mas eu me enganei. Eu sentia que havia algo que eu ainda não sabia, mas não conseguia perceber o que era. O descobrimento veio aos poucos e...de repente eu me vi cara-a- cara com um fraco. Sem "auto-confiança", como ele mesmo disse. Fraco, fraco, desestimulantemente fraco, desapaixonadamente fraco. Inseguro, terrivelmente inseguro. E eu que pensei que havia encontrado um cavaleiro de armadura brilhante, corajoso o bastante para enfrentar qualquer obstáculo para ganhar um amor de verdade, sincero; percebi que havia só esbarrado em um pobre mendigo, sem ousadia, sem paixão, sem certeza, sem confiança, sem amor, sem desejo, sem coragem para lutar por um amor de verdade.

E quando penso, vejo que investi forças e caráter em alguém que realmente não valia a pena. Não vale a pena, não vale a pena. É difícil encontrar um covarde onde só se via um forte. Dói perceber que, de repente, a armadura se transformou em trapos, o corajoso se mostrou covarde, o príncipe se transformou em um plebeu sem estirpe, sem nobreza, sem um coração de leão, como o Rei Ricardo. E isso, como num piscar de uma (triste) mágica.

Eu realmente, realmente teria amado encontrar em você um coração de leão. Eu realmente teria amado encontrar em você alguém corajoso, espada em punho, cheio de segurança e certeza de vitória - porque os realmente corajosos sabem que vão vencer. E sinto - meu Deus, como eu sinto! - ter encontrado só um covarde como tantos outros que eu já encontrei. E você sabia, meu querido, você sabia. A única ignorante era eu.


4:13 PMEncontraram-me!:

Quinta-feira, Outubro 09, 2003

De novo



De novo. Recomeçando de novo. Do zero. Do início. Do princípio de tudo. Tentando achar o motivo da minha vida, de todos os meus dias, da minha existência, das minhas características.

Deus não tem a obrigação de realizar os nossos sonhos, tem? E também não tem culpa se não temos cacife o suficiente para realizá-los. Sinto-me estranha, estranha, desconhecida de mim mesma. Só sei que preciso lutar, voltar ao início de tudo, de mim, do meu início, da minha criação e encontrar o caminho de volta, retornar do ponto onde me perdi e encontrar o caminho, com um sorriso nos lábios e o coração cheio de esperança, porque sem isso não dá para se viver mesmo.

PS.: Neil foi chamado para se juntar às tropas britânicas no Kwait. Só não os chamo de f.d.p. porque sou educada.

PS 2: Talvez eu me arrependa mais tarde do que escrevi neste post, mas nesse exato momento, não consigo ser "boazinha" ou dar um sorriso feliz. É claro que isso passa - nada é para sempre - mas agora, right now, eu tenho raiva de mim, tenho raiva de não ser onisciente, raiva de ser tola e não ser Deus. É uma blasfêmia, eu sei. Mas eu sinto raiva disso agora.

Um pouco



Um pouco morrendo
Um pouco vivendo
Um pouco de mim
Um pouco de nós

Muito de nada
Muito de frases
Muito perdida
Muito enganada

Nada de mim
Nada de nós

Quando eu me encontrar, quanto vai restar daquilo que vivemos?
E o que vivemos realmente importará?


9:12 PMEncontraram-me!:

Domingo, Outubro 05, 2003

Meio à flor da pele



E aqui está ele. E agora vejo como fui boba, por ter tido tanto medo. Ele continua o mesmo - estranho, mas inteiro, com a energia e as características tão fortes que ele tem, que eu amo e odeio: ele inteiro, só ele. E eu ainda me assusto ao pensar que esse homem que parece tão forte é também tão fraco. E talvez seja exatamente isso que me atraia nele: a fraqueza e a força combinadas de um jeito único, uma mistura de doçura e loucura, de segurança e insegurança que eu não entendo, simplesmente sinto. Na verdade, não preciso entender, só preciso sentir. E assim, sentindo, entendo.

5:12 PMEncontraram-me!:

Quinta-feira, Outubro 02, 2003

Para você



Adoro perceber...

...que descobri em você alguém sensível
...que você só escondeu o que sentia por respeito a nós dois
...o quanto você foi honesto com seus sentimentos e assim, comigo
...que você se escondeu por tanto tempo por achar que eu já tinha alguém
...os traços de um caráter firme que eu amo em você
...o tempo em que você me admirava sem eu saber
...que, quando você se zanga, isso só mostra que você sente e está vivo
...que sempre adoramos estar um com outro sem saber exatamente o porquê
...que posso alegrar seu dia e fazer você feliz
...quando faço você rir mesmo sem eu querer
...que você não esconde suas fraquezas
...que posso ser sincera com você
...que errei ao pensar que, por sermos tão parecidos, não poderíamos ficar juntos
...que errei ao pensar que eu não era importante para você
...que quando achei que deveria desistir de você, na verdade estava só aprendendo a te querer
...que você viu em mim aquilo que eu mesmo não via
...que suas palavras ajudaram-me a rever meus valores

Adoro perceber que cada dia mais gosto mais de você, do jeito que você é, porque isso só mostra que a cada dia mais desisto de mim, para investir em nós.

5:39 PMEncontraram-me!:

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