Para encontrar, para se encontrar, para ser encontrada...
By William Whitaker
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:E você encontrou agora:
Priscila, 24 anos, Bacharela em Direito pela Ufes, gosta de música, livros, arte, mar, sorvete, camarão, dar boas risadas, navegar na rede, ler blogs...Em casa: papai, mamãe e irmã que estuda Educação Física na Ufes e Canto lírico na Emes...Mora perto do mar...Adora calças jeans, sentar no chão, andar descalça, estudar línguas, conhecer lugares diferentes e pessoas idem...Adora verde, natureza, plantas, que para ela são como bateria para o corpo...Estudou piano clássico por dez anos...Preparando-se para o concurso da Polícia Federal...Escolheu este template porque a faz lembrar a obra de Piet Mondrian...Está estudando alemão porque se apaixonou por essa língua...À procura de alguém inteligente, descontraído e determinado, absolutamente sincero, que goste de conversar e seja muito bem-humorado...Acredita, confia e ama a Deus sobre todas as coisas..Jesus é seu amigo...Agradece a você que visita seu blog...Vielen Dank!
:Como me encontro agora:
:Também me encontro aí:




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Ponto.de.encontro
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Sexta-feira, Março 26, 2004
Eu, ilustradora
Minha mãe terminou de escrever um livro sobre educação de filhos. Agora ela vai entregar cópias para duas amigas: uma irá revisar o texto e a outra irá escrever o prefácio. E adivinhe quem vai ilustrar o título de cada capítulo? Eu mesma! Enquanto minha mãe ia lendo os títulos, eu já ia imaginando os desenhos, as carinhas de cada figura e até fiz um teste, criando uma ilustração que minha irmã e minha mãe adoraram.
A verdade é que desde pequena eu vivia desenhando e passei minha infância e adolescência desenhando muito. Aliás, eu e minha irmã. A nossa produção diária era tão grande que minha mãe não tinha como guardar tudo! À medida que fui crescendo, a qualidade técnica dos desenhos melhorava. Ainda hoje tenho uma caixa cheia de desenhos guardados, mas muita, muita coisa mesmo se perdeu.
Se eu fosse seguir a inclinação da infância, eu teria que ser estilista, porque eu vivia desenhando modelos e mais modelos de roupas. Eu me lembro que, quando o Jornal Hoje mostrava as coleções dos grandes estilistas, meu pai sempre me chamava para ver, mas eu nunca me interessei muito. Estranho, não? Eu deveria ter estudado moda, talvez. Só que, quando reflito, penso que não conseguiria viver no mundo da moda. Considero-o meio fútil, sem um objetivo concreto. Talvez por isso eu nunca tenha pensado em seguir a inclinação que os meu 'croquis' indicavam.
De qualquer forma, fiquei feliz por minha mãe ter me convidado para ilustrar o livro. Agora só preciso me inspirar e pôr a mão na massa...:-)
4:25 PMEncontraram-me!:
Domingo, Março 21, 2004
Mel Gibson na Reader's Digest
A Reader's Digest norte-americana deste mês traz uma entrevista com Mel Gibson, sob o título Keeping the Faith. Abaixo, alguns trechos da entrevista, em uma tradução livre.
Reader's Digest:Você pode explicar para os leitores o que a expressão A paixão significa, em termos da vida de Cristo e da jornada da crucificação?
Gibson: Paixão. É sobre amor obsessivo. Este é ponto maior da encarnação de Cristo - Deus tornando-se homem. O objetivo do sacrifício foi expiar as transgressões de toda a humanidade. Eu acredito nisso, e bilhões de outras pessoas também. Este é o testemunho do evangelho, e eles falam de amor. Eles falam de resgate, e de uma entrega total do 'eu' por causa de todos os outros, o que é na verdade o cúmulo do heroísmo. Jesus tornou-se um sofredor para que nós tivéssemos uma chance - porque, você sabe, nós não poderíamos fazer isso sozinhos.
RD: Se o que aconteceu é verdade e você acredita na verdade, então você está salvo?
Gibson: Sim. E eu pus isso à prova, eu estou dizendo a você. Porque na minha vida, eu fui um monstro. (..) Eu deveria estar morto. É suficiente dizer que eu era um cara selvagem.
RD: Muitas pessoas que viram o filme disseram que é poderoso, abalador. Mas alguns também disseram que o filme é muito real e violento. O que você tem a dizer sobre isso?
Gibson: O filme é bastante cru, e eu acho que é real, sim. Mas eu acredito que ele mostra a realidade do que aconteceu. Dos muitos relatos que li, eu acho que, na verdade, foi tudo mais violento do que você verá nesse filme. De acordo com os salmistas, não seria possível reconhecer Jesus como um ser humano durante a crucificação. Isso mostra como foi terrível o que aconteceu.
RD: Eu devo dizer a você que minha imaginação de cristão nunca foi tão longe a ponto de pensar que ele foi chicoteado tantas vezes. Eu não pensaria que um ser humano, ao passar por aquilo, poderia sobreviver e carregar uma cruz tão pesada até um monte.
Gibson: Sim, mas nós não estamos falando de um ser humano qualquer...(risos).
Eu não sei se Mel se enganou, mas não encontrei nenhuma referência, no livro de Salmos, que fale sobre Jesus ter ficado desfigurado pela violência que sofreu. No entanto, o livro do profets Isaías fala sobre isso no capítulo 52, versos 13 a 15.
"Vejam, o meu Servo agirá com sabedoria, será engrandecido, elevado e muitíssimo exaltado.
Assim como houve muitos que ficaram pasmados diante dele - sua aparência estava tão desfigurada que ele se tornou irreconhecível como homem, não parecia um ser humano - de igual modo ele aspergirá muitas nações, e reis calarão a boca por causa dele.
Pois aquilo que não lhes foi dito verão, e o que não ouviram compreenderão."
2:03 PMEncontraram-me!:
Sexta-feira, Março 19, 2004
E as aulas de Genética ?
Falta de conhecimento genético é um problema. Na novela global das sete, o personagem do Lima Duarte se emocionou ao perceber que o neto tem as mesma características do pai - papel do Gianechini, inclusive o daltonismo. Mas o daltonismo está relacionado aos genes ligados ao sexo, e é a mãe quem transmite! foi o que eu disse a minha mãe, ao ver a chamada da novela. Ela ficou na dúvida e decidi verificar o livro de Genética do Ensino Médio. Realmente, o daltonismo é determinado por três genes, sendo dois ligados ao sexo, e o homem daltônico herda sempre essa característica da mãe e não do pai, é o que informa o autor do livro. E a assessoria do autor da novela, cadê?
Mais bobagens: em uma entrevista recente, a atriz Débora Evelyn afirmou que o autor da novela global das oito, Gilberto Braga, a aconselhou a usar lentes azuis, já que a sua personagem é casada com Marcos Palmeira e tem como filho Bruno Gagliasso, com aqueles enormes olhos azuis. Só não contaram para eles que olhos azuis são determinados por genes recessivos e, portanto, pais de olhos escuros podem ter filhos de olhos claros, mas o contrário não é verdade.
Francamente, um pouco de conhecimento genético não faz mal a ninguém. E onde é que esse povo estava durante as aulas de Genética do Ensino Médio??
12:51 PMEncontraram-me!:
Sexta-feira, Março 12, 2004
A Paixão e a polêmica
Um dia desses eu estava conversando com Neil - que ainda não tinha assistido ao filme do Mel - e ele disse que não entendia porque a BBCF (British Board of Film Classification) havia proibido sua exibição para menores de 18 anos.
Segundo ele, A lista de Schindler e O resgate do Soldado Ryan foram proibidos para menores de 15 anos apenas, porque a mensagem moral era muito importante. Ou seja, relevaram a violência e levaram mais em consideração a mensagem, permitindo que adolescentes menores de 15 anos assistissem aos filmes. Neil estava curioso para saber se o filme do Mel é assim tão violento que a violência teve de ser mais considerada do que a própria mensagem de Jesus. Em outras palavras, ele desconfiava que estivessem boicotando o filme, impedindo sua exibição a adolescentes menores de 18 anos, mas queria primeiro assistir para ter certeza.
A verdade é que, atualmente, o sofrimento de Jesus é minimizado ou antes, banalizado. Não é interessante ficar expondo a todo momento o quanto Ele sofreu ou padeceu porque isso mexe com a consciência das pessoas. Tanto com a dos judeus - que acusaram o filme de anti-semitismo - como com a dos cristãos - pois católicos americanos o consideraram muito violento, e o presidente da Conferência Nacional do Bispos do Brasil, dom Geraldo Agnello, assistiu à produção e declarou que o filme é "terrivelmente cruel".
Não queremos ficar lembrando que Ele foi "transpassado pelas nossas transgressões e moídos pelas nossas iniqüidades", porque não queremos nos sentir culpados pela Sua morte. Ninguém quer se sentir culpado pela morte de um inocente, quando mais pela morte do Filho de Deus. É por isso que dói tanto tocar nessa ferida, e essa é a causa de tanta polêmica. Mel Gibson foi muito, muito corajoso ao exibir para todo o mundo aquilo que as pessoas querem negar mas, não podendo, minimizam. Queremos pensar que Ele não sofreu tanto assim, que não foi tão penoso, que não foi tão cruel. Porque queremos viver sem pensar nEle como Ele pensou em nós. Queremos viver sem sofrer por Ele como Ele sofreu por nós.
O tempo foi passando e, com a secularização da sociedade e a propagação do humanismo, a idéia de um Deus que se fez homem simplesmente para morrer numa cruz é agressiva. Ninguém morreria na cruz sem culpa, sem motivo, sem um julgamento justo só por querer, por sua própria vontade. É repulsivo, não é? Soa patético, medíocre e ridículo, não soa?
Não, não soa. Não é patético, não é medíocre, não é ridículo, porque o amor não é patético, nem medíocre, nem ridículo. O amor sacrificial muito menos. O amor dado de graça, não. Mas numa sociedade onde nada do que é dado de graça tem muito valor, e onde a graça (favor imerecido) não tem vez - quem deve ganhar ou ter algo? quem merece! - um amor que é dado de graça não seria mesmo reconhecido. É muito feio, precisamos esconder e precisamos nos esquecer de que Alguém, algum dia, nos amou de graça - sem merecermos - e sofreu e morreu por graça - sem merecermos. É muito feio. Não queremos nos lembrar. Não queremos nos sentir culpados. Não queremos nos responsabilizar. Não queremos abrir os olhos e ver, porque não queremos aceitar. Não queremos pensar que Alguém que viveu e morreu assim mereça receber algo de nós. É mais fácil ignorar, minimizar e banalizar porque é mais fácil viver assim. Sem sentimento de culpa e sem nada para oferecer em troca.
Esse cara com sangue irlandês nas veias merece meus cumprimentos por exibir tudo aquilo que judeus e cristãos qurem esconder para conseguir viver em paz. Que A Paixão de Cristo não atormente as pessoas, mas as faça refletir sobre o sofrimento e o amor de Alguém que foi capaz de dar a vida pelos seus amigos...por graça.
4:43 PMEncontraram-me!:
Segunda-feira, Março 08, 2004
8 de março
Você é uma das mulheres mais importantes da minha vida!
Foi lindo ouvir isso de um amigo querido.Obrigada, Val. Te adoro.
6:44 PMEncontraram-me!:
Quinta-feira, Março 04, 2004
Feliz para descansar
Eu fiquei realmente muito, muito feliz ao saber que Deus aprova esse relacionamento. Porque no fundo eu tinha muito, muito medo de que Ele apenas o tolerasse e, de repente, dissesse para mim que eu teria que deixá-lo. Agora que eu sei que Ele o aprova e que o considera até mais importante do que eu mesma considero, posso tirar um tempo para mim.
Eu realmente o amo muito, mas estava ficando completamente desgastada. Eu nunca sabia como ele ia estar, se feliz ou irritado, se bem ou mal-humorado. Sempre estava preparada para tudo, mas sempre desejando e esperando que ele estivesse bem, porque eu quero que ele seja feliz. Só que, com o passar do tempo, eu fui ficando sem forças para suportar isso, e os dois últimos encontros foram suficientes para eu decidir que preciso de um tempo para mim.
Eu não vou deixar de orar por ele ou de amá-lo, pelo contrário, agora não me sinto culpada por isso, por saber que Deus se agrada. Mas eu realmente preciso de um tempo para mim. Achei que talvez Deus não ia aprovar essa idéia, mas eu sinto que realmente preciso desse tempo, sem medo de perdê-lo, porque agora eu sei que isso não vai acontecer.
E assim, eu fico tranqüila para descansar, dar um tempo para mim, sem medo de ter que me separar dele. Fico tranqüila para pensar em mim, para me preocupar comigo, sem temor algum de abandoná-lo. Eu sei que vai ser bom para nós dois. Não sei bem porquê, mas eu sei que vai ser bom. E assim eu fico feliz, feliz para descansar, com a certeza de que não vamos nos perder um do outro.
3:24 PMEncontraram-me!:
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