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:Quem é essa garota?:
Priscila, 24 anos, Bacharela em Direito pela Ufes
Estudante apaixonada de alemão
Louca para passar logo num concurso público
Temperamental, perfeccionista, confusa, espirituosa, esperta e engraçada - quando de bom humor
Estudou piano clássico por dez anos, mas ainda quer aprender violino
Apaixonada por livros, música, estudo de línguas, mar e camarão
Acredita que passar por uma análise é sempre bom
Gosta de andar descalça, calças jeans, verde, natureza e luz do sol
Escolheu este template porque a faz lembrar a obra de Piet Mondrian
Tem em casa papai, mamãe e irmã que estuda Educação Física na Ufes
Gosta de dias úmidos de sol e algumas nuvens, e de rir
Não acredita em amor à primeira vista, e acha que uma boa relação é feita, sobretudo, de amizade
Acredita, confia e ama a Deus
Agradece a você que visita seu blog
Vielen Dank!
:Atualmente ela está..:




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Ponto.de.Encontro
Ao encontro de um ponto de equilíbrio
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Quarta-feira, Junho 30, 2004
Três vezes Mário
Mário de Andrade é, para mim, um dos maiores conhecedores da alma humana. Em seu romance Amar, verbo intransitivo, ele mostra que entende bem a substância da qual somos feitos...
Nossa personalidade...
"Não existe mais uma única pessoa inteira neste mundo e nada mais somos que discórdia e complicação. O que chama-se vulgarmente personalidade é um um complexo e não um completo. Uma personalidade concordante, milagre!"
O poder do nome de quem amamos...
"__Entendeu, Carlos?
Ela repetia sempre "Carlos", era a sensualidade dela. Talvez de todos...
Se você ama, ou por outra se deseja no amor, pronuncie baixinho o nome desejado. Veja como ele se moja em formas transmissoras do encosto que enlanguesce. Esse ou essa que você ama, se torna assim maior, mais poderoso. E se apodera de você. Homens, mulheres, fortes, fracos....se apodera.
E pronunciado, assim como ela o faz, em frente do outro, sai e encosta no dono, é beijo. Por isso ela repete sempre, como de-já-hoje, inutilmente:
__Entendeu, Carlos?"
O que é a felicidade?
"Carlos esse três dias viveu? Eu não sei se alcançar a felicidade máxima, extasiar-se aí, e sentir que ela, apesar de superlativa, inda cresce, e reparar que inda pode crescer mais...isso é viver? A felicidade é tão oposta à vida que, estando nela, a gente esquece que vive. Depois quando acaba, dure pouco, dure muito, fica apenas aquela impressão de segundo. Nem isso, impressão de hiato, de defeito de sintaxe logo corrigido, vertigem em que ninguém dá tento de si. E fica mais essa idéia que retoma-se de novo a vida, que das portas do Paraíso Terrestre em diante é sofrer e impedimento só. Estou convencido: Carlos não viveu esses três dias."
Agora me digam: esses três trechos não têm a ver com um pouco de vocês também...? :-)
11:42 AM
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Segunda-feira, Junho 28, 2004
Quadradinhos com xizinhos
Digam-me, por favor, vocês vêem as figuras do template ou só quadradinhos com xizinhos? Pelo menos duas pessoas já disseram só vêem quadradinhos! E quando uso os computadores da faculdade, também só vejo os tais quadradinhos! E por que, do meu computador, eu vejo as figuras...? Não entendo nadinha.
Alguém pode me socorrer, please...?
9:29 PM
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Sábado, Junho 26, 2004
Três casos para chorar
O primeiro, de raiva. O segundo, de tristeza. O último, de rir. E tudo por causa de advogados imbecis...
Cinco irmãos contrataram uma advogada a fim de firmar um contrato em que ficou combinado que, morrendo um dos pais, eles abririam mão da herança em favor do outro, ou seja, morrendo a mãe, abririam mão em favor do pai e vice-versa. O primeiro probleminha: de acordo com o art. 496 do Código Civil, não se pode firmar contrato que disponha sobre herança de pessoa viva, ou seja, o contrato não tem validade nenhuma. O segundo probleminha: os indivíduos pagaram nada mais nada menos que cinco mil reais por isso...
Um casal sem filhos resolveu adotar uma garotinha. O advogado lhes conseguiu a guarda da criança, mas não entrou com o processo de adoção. O casal, que não tinha conhecimento da legislação, viveu durante dezesseis anos achando que a menina já era sua filha por adoção. Um dos pais faleceu, e mais tarde, também o outro morreu. Os irmãos do "quase-pai" da menina - agora com 18 anos - entraram com inventário e amealharam toda a herança, pois como ela não havia sido adotada, não tinha direito aos bens, já que o Código não protege os que estão em relação de guarda com o de cujus, ou seja, autor da herança. Assim, a moça continuou órfã e sem nada...
A palavra de cujus, vinda do Latim, é invariável - ou seja, não se pode dizer a de cujus. Mas um advogado muito sentimental escreveu o seguinte em um peça em que a autora da herança, uma garotinha, havia falecido em um acidente automobilístico: " a de cujinha, coitadinha, ficou lá estiradinha..."
Update: O cartão de aniversário que enviei ao Neil chegou com duas semanas de atraso, mas agora fiquei toda feliz porque ele disse que veio exatamente quando precisava, e que estava quase contente pelo atraso...Pois é, até quando dá errado, dá certo!:-)
1:48 PM
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Quarta-feira, Junho 23, 2004
Mundo estranho
Mais um caso de estrangeiro - desta vez, um sul-coreano - seqïestrado por um grupo de terroristas ligados à Al Qaeda. Foi triste ver o rapaz dizendo que não queria morrer, e mais triste é pensar em sua família.
Quando o primeiro caso de seqüestro de estrangeiros no Iraque ocorreu, eu, inocentemente, acreditei que seu país se mobilizaria em favor de um nacional, e retiraria as tropas da região. Mas não foi o que ocorreu e, caso após caso, estrangeiros vão morrendo porque...suas vidas não valem nada diante do interesse superior de suas nações.
Então é assim? E a tese do Contrato Social? Não entregamos nosso poder ao Estado, para que ele cuide de nós, nos proteja e supra nossas necessidades? E se o estrangeiro seqüestrado fosse filho do Presidente ou de alguma alta autoridade? Eles também sacrificariam a vida de um filho em favor do interesse da nação? E aqueles estrangeiros não são filhos de suas respectivas pátrias?
Sinceramente, eu não entendo. Este é um mundo estranho.
6:45 PM
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Sábado, Junho 19, 2004
Exercício de sedução
Escrever é um exercício de sedução, e todo escritor é um sedutor descarado. Ele sabe que precisa conquistar o leitor desde a primeira palavra, desde a primeira frase, a primeira linha. Não basta apenas enfileirar palavras numa ordem lógica, seguindo as regras de sintaxe, concordância ou regência. Um leitor não é atraído só por um texto corretamente escrito ou por um assunto interessante. A forma como o texto é escrito, o balanço, o ritmo...tudo está envolvido, e o escritor sabe que precisa de muito mais que conhecimentos da sua língua para seduzir um leitor.
Primeiro ele deve saber que tipo de leitor quer seduzir, precisa entender a alma da sua 'presa'. Então, como um bom cozinheiro que faz uma comida cheirosa, ele precisa instigar o leitor a devorar seu prato. A primeira palavra, a primeira frase precisa parecer saborosa, exalar um cheiro gostoso de comida boa. Mas só isso não basta. Uma comida cheirosa precisa ser realmente saborosa, e um escritor sabe disso. Ele faz sua primeira linha exalar um aroma delicioso e, quando o leitor decide experimentar a iguaria, o escritor precisa fazer com o quitute tenha o gosto que o aroma demonstrava de início. O leitor devora o texto seguindo ritmo e o andamento do escritor que, de cozinheiro, passa a maestro. A cadência, a melodia, a sonoridade das palavras - tudo deve guiar o leitor através do desenrolar das frases, sem que ele perceba que lê. A leitura não deve ser um sofrimento, porque quem lê procura prazer, e o escritor sabe bem disso.
Enquanto lê, o leitor se envolve, se emociona, ama e odeia, tudo seguindo a batuta do 'maestro-escritor'. Um bom escritor não só seduz, mas manipula seu leitor, para extrair deste o que ele quer. Ódio, repulsa, solidariedade, contenda...um escritor consegue transformar seu leitor num aliado ou num inimigo, só pelo simples utilizar das palavras e frases na cadência certa, no andamento certo.
E ao final do texto, o leitor, feliz ou infeliz, concordante ou discordante, emocionado ou irritado, apenas terá cumprido, inocentemente, os desejos do escritor, que o seduziu sem medo, sem pressa e sem qualquer sinal de vergonha ou moralidade.Todo escritor, ao escrever, é amoral. Pouco importa se o que ele diz é certo ou errado. Ele não tem compromisso com ninguém, a não ser com ele mesmo, com seu desejo de seduzir e manipular sua 'presa', exatamente como eu acabei de fazer com você agora, leitor querido.
3:27 PM
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Domingo, Junho 13, 2004
A época da inocência
The age of innocence:Insônia. Madrugada de sexta-feira. Eu não resisto a um bom filme, assim, assisti a uma pequena obra-prima dirigida por Martin Scorcese. Tem uma fotografia belíssima, a reconstituição da Nova Iorque do final do século XIX é primorosa, e o "modo de contar" da história é fantástico: não apenas assiste-se ao filme, sente-se o filme e os personagens; é quase uma experiência cinestésica.
Quanto ao final, confesso que me senti frustada, mas uns poucos minutos de reflexão me fizeram compreender que não se pode tentar viver agora o que não foi vivido antes; o tempo passa e o que poderia ter sido vivido de uma forma no passado não pode mais ser recuperado, não pode mais ser vivido no presente. As escolhas que fazemos e suas consequências são definitivas. Não dá para voltar atrás.
E a frase de Hellen a Newland - noivo de sua prima May - ao se descobrirem apaixonados, me dá um frio na espinha: Não posso te amar, a não ser que desista de você. Quer tortura maior?
5:02 PM
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Sábado, Junho 12, 2004
Para os apaixonados
Abelardo e Heloísa,
Hamlet e Ofélia,
Tristão e Isolda,
Peer Gynt e Solveig,
Augusto e a Moreninha,
Páris e Helena,
Ulisses e Penélope,
Romeu e Julieta...
Para os apaixonados, Feliz Dia dos Namorados.
10:38 AM
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Quinta-feira, Junho 10, 2004
O pobrema de Hamlet
Há alguns dias minha mãe estava falando sobre não-sei-o-quê e comentou que havia algo de podre no céu da Dinamarca. Achei a expressão no mínimo curiosa, mas não me perguntei nada. Pois bem, ontem, na aula de Civil, Bruno estava comentando sobre a intervenção federal que não ocorreu no Espírito Santo porque o Geraldo Brindeiro sentou em cima do processo, e afirmou que provavelmente o Ministro de Justiça na época, Miguel Reale Jr., queria a intervenção não só por causa do não pagamento dos precatórios, mas porque deveria haver algo de podre no meio da Dinamarca.
Aí eu encafifei: mamãe e Bruno usando a mesma expressão? De onde ela teria vindo? Nem bem havia refletido quando, duas cadeiras atrás de mim (a sala estava vazia) Oliete disse uma palavra cochichada, quase como um suspiro, dando-me a luz que eu precisava.
Shakespeare - foi o que ela dissera, mais como um desabafo do que como uma informação. Tudo entendido! A expressão - que na verdade é há algo de podre no reino da Dinamarca - faz parte da peça Hamlet, o príncipe da Dinamarca! Se eu tivesse expirado antes do suspiro cochichado de Oliete, teria morrido sem saber...
Mas depois de resolvido o meu problema, uma dúvida surgiu: vocês sabem qual a diferença entre poblema e pobrema? Segundo Bruno, a diferença é: 'Poblema' são os 'poblema' de Matemática; e 'pobrema' são os 'pobrema' da vida que a gente tem. Explicação prática e útil, não?:-)
10:27 PM
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Quarta-feira, Junho 09, 2004
Filhos, análise e misticismo
Ich bin alt. Eu já sabia que pelo menos dois colegas da minha turma da faculdade haviam se casado. Agora, mais um casal, já com uma filhinha, também vai se unir pelos laços do matrimônio. Pois é, estou ficando velha. Bom, casar agora até que não seria mau, mas ter filhos, nem pensar. Eu não tenho juízo para cuidar de mim mesma, imagine de uma criança. Filhos, só quando for uma pessoa equilibrada. Quem sabe, depois de uma análise...
Mas, entrando em um aspecto mais místico do assunto, minha mãe diz que sempre quis ter meninos, mas quando fechava os olhos, só via duas meninas - e foi realmente o que ela ganhou. Minha irmã diz que quer ter meninos, mas quando fecha os olhos só vê um casal. E eu...bem, eu quero ter um casal, mas quando fechos os olhos só vejo dois gêmeos e uma menina.
Até aí tudo bem, só que não há nenhum caso de gêmeos na família. E é até engraçado, porque eu consigo ver dois menininhos de blusinha listrada e uma garotinha mais nova. Como eu disse, é só algo místico, mas, pensando bem, até que eu teria três filhos. Mas só depois de fazer análise...:-)
6:46 PM
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Terça-feira, Junho 08, 2004
Deutschschülertreffen!
Wunderbar! De 25 a 27 de junho acontece a segunda edição do Deutschschülertreffen - Encontro de Estudantes de Alemão do Espírito Santo, no friozinho de Domingos Martins. O evento é aberto a professores, estudantes e interessados no aprendizado da língua e divulgação da cultura alemã.
Haverá oficinas de pronúncia (genial!), teatro, culinária e tradição alemãs, além da exibição de filmes - tudo gratuito. Para maiores informações, é só entrar em contato com a Comissão Organizadora: Douglas: 27 3268 2300 e Gisele Servare: 3319 0866.
(Fonte: Jornal da Associação dos Moradores da Praia da Costa)
6:55 PM
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Domingo, Junho 06, 2004
Für mich!
É, se eu continuar nesse ritmo de duas lições por domingo, no início do ano que vem termino o curso básico de alemão da Deutsche Welle. O curso seguinte, que se chama Wieso nicht? tem somente 11 lições e um material adicional. Aliás, estou apenas no livro 2 do curso básico, mas já pedi o Wieso nicht? para garantir. A seção brasileira da Deutsche Welle tem recebido e-mails demais - de acordo com a Sra. Luisa, que respondeu meu último e-mail - o que tem atrasado as respostas aos pedidos de envios de livros. Se o Wieso nicht? chegar até fevereiro do ano que vem, vou estar feliz...
Por ora, vou estudando e me deliciando com o aprendizado. O engraçado é que parece que sempre que recomeço a estudar alemão - desta vez é o retorno definitivo - meu inglês melhora. Efeitos colaterais positivos? :-)
Ah, sim. Papai entrou aqui enquanto eu ouvia as lições em áudio e perguntou: Para que você está estudando alemão? Algum namorado alemão? Eu não disse, mas pensei: se fosse...
4:14 PM
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Sexta-feira, Junho 04, 2004
Mal das federais
Valter, meu amigo soteropolitano, teve seu primeiro dia de aula hoje, depois de conseguir entrar na UFBA 'amealhando' a terceira vaga de suplência do curso de Geografia. Só que o pobre não vai nem poder sentir o gostinho do curso, porque segunda-feira já se inicia a greve. Como ele mesmo disse, é o mal das federais.
Engraçado é que aluno de federal tem o maior orgulho de ser aluno de federal. Falamos mal dos alunos das particulares, nos orgulhamos de passar por vestibulares dificílimos e exibimos camisas com o nome dos nossos cursos, estufando o peito para mostrar a sigla cobiçada por muitos, mas alcançada por poucos.
Lá dentro a situação é diferente: professores que esqueceram o significado da expressão ministrar aulas, departamentos cheios de funcionários públicos preguiçosos (às vezes, não), bibliotecas sucateadas, greve a cada dois anos (eu passei por três!), e a gente continua se orgulhando de não pagar para estudar.
É sim, é muito bom ser aluno de federal. O gostinho de passar no vestibular só sabe quem se matou para isso. O ambiente é legal, a Biblioteca da Ufes é uma delícia (para estudar, namorar, não fazer nada e conversar - quem já passou por lá sabe do que eu estou falando), há professores fenomenais e estudiosos e, porque não dizer? é bom exibir a sigla de uma instituição federal e saber que você está estudando graças ao governo.
Mas não poder reclamar e botar a boca no trombone por ter aulas com professores incompetentes é o fim, visitar uma biblioteca que não atende totalmente aos seus fins é o fim.
Hoje, tendo aula num cursinho de uma faculdade particular, com os mesmos professores que dão aula para os alunos da graduação, vejo que teria aproveitado muito mais o curso se aqueles professores estivessem lá na Ufes. Já ouvir dizer que a situação melhorou, que a biblioteca está melhor e tudo. Ótimo, bom que seja assim. Porque quem ralou um ano inteiro para entrar na universidade merece algo melhor.
Ah, sim... as greves? Bom, isso já é outro assunto...:-)
4:07 PM
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Quarta-feira, Junho 02, 2004
Os passos de Anchieta
De 10 a 13 de junho ocorre a 7ª edição de Os passos de Anchieta, organizada pela Abapa. Eu já tinha ouvido falar da caminhada, mas depois de visitar o site, realmente me apaixonei. O roteiro dos andarilhos reproduz o caminho que o Padre Anchieta costumava fazer no período dos seus dez últimos anos de vida, os quais foram passados aqui no Estado.
O percurso se inicia na Catedral Metropolitana de Vitória, passa pela Barra do Jucu, por Guarapari e termina em Anchieta. Durante a caminhada é possível visitar vários pontos turísticos e conhecer os lugares belos do Espírito Santo. Mas não é só isso: através da caminhada também é possível conhecer pessoas e fazer amizades.
Durante o percurso, o andarilho recebe os carimbos dos lugares por onde passou, para confirmar que realmente seguiu os passos de Anchieta e, ao final, o certificado.
O site da Abapa fornece todas as informações e dá dicas de como se preparar para os três dias - não inteiros, claro - de caminhada.
Esse ano não vou poder ir, mas já estou pensando em fazer o percurso no ano que vem. Se algum dos queridos leitores capixabas tomar coragem e resolver se envolver na aventura, por favor, depois contem-me como foi! Ano que vem, se Deus quiser, também vou!:-)
6:54 PM
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