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:Quem é essa garota?:
Priscila, 25, capixaba de olhos negros e riso solto
Concebida em Salvador, mas com alma cosmopolita
Direito no diploma, carreira diplomática na cabeça, concursos para alcançar isso
Paixão por línguas; inglês é bom pro chat, alemão, pro coração
Camarão, pão de queijo com manteiga, mas pizza sem catchup ou mostarda
39 no pé, magra sempre esbelta, loira desde março
Piano clássico por dez anos, fotografia nos planos, pintura e cinema nos sonhos
Phil Collins, Bryan Adams, Rod Stewart, Rick Astley e o que mais a agradar
Inteligente, insegura, engraçada e fiel
Temperamental, impulsiva, mal-humorada e melancólica
Melhorar sempre é uma ordem
Deus está sempre ao seu lado
Agradece a você, que faz esse blog mais feliz!
:Status:
:ICQ: 259-077-861:




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Ponto.de.Encontro
"Mais que vencedor eu sou!"
(Rom.8:37)
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Terça-feira, Novembro 30, 2004
A paciência
"Sou o pó e o anelo,
postos em em perpétua guerra,
sou um pouquinho de terra,
que tem afãs de céu".
(José María Pemán, poeta espanhol)
10:09 PM
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Domingo, Novembro 28, 2004
Exemplar
Quinta-feira. Usina de Tucuruí, Pará. Nosso Excelentíssimo Presidente recebe um bombom de cupuaçú, come, joga a educação para os ares e o papel, no chão.
Que lindo, hein, Excelência?
5:31 PM
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Sexta-feira, Novembro 26, 2004
Post mortem
Minha irmã chega com o aquário da peixinha rosa para mim e pergunta, com ar apreensivo: 'Pri, se a peixinha não está aqui nem no outro aquário, então onde é que ela está?' Vamos para a sala. Eu olhos os dois aquários - que minha mãe tinha colocado no chão para 'tomar um sol' - mas a dita cuja não está dentro deles, nem em lugar algum. 'Onde é que ela está?' - pergunta minha irmã. 'Não sei, mas seja lá onde ela estiver...está morta' - é a minha resposta, meio macabra, mas com um tom sincero de frustração.
'Será que ela está debaixo do sofá?' - Mi questiona. Ela levanta um lado do sofá e eu vejo uma coisinha no chão. 'Oooh, é ela...' - minha voz tem um tom de pesar. 'Pega aí' - diz minha irmã. 'Eu não, vou colocar a mão na defunta?'. Mi pede para eu levantar o sofá, e puxa com o chinelo o cadáver empoeirado, duro e esturricado. Enrola-a num pedaço de papel para jogar fora, mas depois conclui que talvez minha mãe queira ver - porque a criaturinha doida varrida já a tinha cativado.
'Mãe, a gente tem uma notícia triste para você...' - conto logo que ela chega. 'Quem morreu?' - mamãe pergunta na lata. 'A peixinha...' Ela vai até o aquário, crente que vai encontrá-la boiando na água, mas explicamos como a peixinha foi encontrada. 'Ah não, ela pulou tanto que caiu para fora?' - mamãe desenrola o papel e olha a defuntinha com pena. 'Ô gente, tadinha, tão alegre, gostava tanto de pular...' Minha mãe ainda chega o papel enrolado perto do rosto, como se quisesse fazer um carinho. Cheira o peixe (ela tem mania de cheirar tudo) e diz, com ternura: 'Tadinha, um cheirinho de peixe morto...ela foi achada bem longe do aquário, lá debaixo do sofá? Coitada, foi virando, virando, tentando se salvar...' Depois joga a morta no lixo e diz que vai comprar outro peixe.
Pois é. Nos últimos dias a peixinha tinha mania de esquizofrênico: deitava (sim, deitava!) em cima das pedras e ficava quietinha, imóvel. Depois começava a pular e saltar feito uma insana - saltava tanto que fazia barulho e espirrava água nas bordas do aquário. Então se deitava novamente por um tempo. E recomeçava a pular. Completamente psicótica. Pulou tanto que morreu asfixiada, coitada. E eu até que fiquei com pena. Snif.
10:51 PM
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Quarta-feira, Novembro 24, 2004
Hein?
Quem conhece a Ufes já sabe. Lá mais parece um zoológico, tal a quantidade de animais com os quais se se pode deparar de uma hora para outra: de repente você pode dar de cara com uma família de macaquinhos pulando de galho em galho, gatos rondando as cantinas e pedindo carinho e comida, gambás fuçando latas de lixo, ratazanas passeando pelos jardins, patos grasnando na lagoa e passarinhos de todos os tipos e tamanhos.
Mas hoje eu vi uns bichos por lá que, em cinco anos de faculdade, nunca tinha visto. Lá vinha eu alegremente da biblioteca (não tão alegremente porque ela foi fechada três horas mais cedo por determinação do Reitor, que por sua vez seguiu ordens do Governador do Estado - tudo por causa dos atentados incendiários noturnos a ônibus na Grande Vitória) quando ouvi uns gritos e um 'arara!' Peraí, 'arara'? Virei-me na direção de onde vinha o som, e vi uns estudantes olhando para uma árvore. Ah, não, essa eu quero ver!, e lá fui eu.
E o que eu vi? Três, três! araras azuis lindas, enormes, voando de uma árvore para outra e gritando desesperadamente, sendo que um estudante comentou que tinha visto uma arara vermelha um dia desses num outro centro. Foi lindo: senti-me privilegiada por ver aqueles bichos soltos, no alto da árvore, gritando alegremente, tão belos e vivos. Um fim de tarde perfeito :)
8:38 PM
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Segunda-feira, Novembro 22, 2004
Idiossincrasia
A gente vê cada coisa. Eu, num ônibus, vi um caminhão cuja cabine ostentava, no topo, um curioso letreiro com duas faces: a de trás exibia a inscrição 'pinto louco', e a da frente, 'passarinho'. Mas no vidro dianteiro, em letras garrafais brancas, lia-se: 'Creio em Deus'.
Pois é. O cara é tarado mas tem fé.
(Idiossincrasia: disposição do temperamento do indivíduo, que faz com que ele sinta de uma forma especial e privativa a influência de diversos agentes. Do grego: idiosynkrasis).
11:13 PM
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Sábado, Novembro 20, 2004
Para rir
Os judeus são conhecidos por não terem vergonha de rir de si mesmos. Por conta disso, vários sites judaicos apresentam seções de humor onde eles tiram sarro do estereótipo do judeu sovina, da mãe judia, das tradições e outros. No entanto, eu encontrei uma anedota no site da Comunidade Israelita de Lisboa que, ao invés de tirrar sarro dos próprios judeus, o faz de nós, cristãos! :)
"O judeu chega ao céu e tem um encontro com Deus:
__ O que houve com você ? Parece triste...
__Tive problemas na vida.
__O que foi?
__Um filho meu se converteu...
__Sei bem o que é isso. Um filho meu também se converteu.
__E o que o Senhor fez?
__Um novo testamento..."
12:54 PM
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Quinta-feira, Novembro 18, 2004
Um mar e um campo
Eu conheci um polonês, o Marcin, que mora em Pabianice, na Polônia. Enviei-lhe umas cinco fotos de Vitória e Vila Velha. Marcin me enviou 46 fotos de Pabianice e arredores. Ele se apaixonou por uma foto da Terceira Ponte sobre a Baía de Vitória. Eu me apaixonei por uma foto de um campo de trigo (ou centeio, não sei) em uma vila perto de Pabianice, chamada Gorka-Pabianicka. Cada um de nós agora tem a foto do país do outro como papel de parede do computador. É engraçado pensar que há um pouquinho do Brasil na Polônia e vice-versa, e mais interessante ainda é notar como nos encantamos com aquilo que não é comum para nós...
A foto que encantou a Marcin está aqui, e a que me encantou, aqui.
10:18 PM
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Terça-feira, Novembro 16, 2004
Vida de peixe
Minha mãe ganhou um aquário - desses simples, redondos, de vidro - com dois peixinhos. Só que os dois se odiaram e o rosa arrancou algumas escamas do azul, além de ameaçá-lo, abrindo as guelras (é assim que se chamam?) e avançando para cima dele - tinham que ser peixes da minha mãe, claro. Para acabar com a carnificina e o stress subaquático, mamãe comprou um outro aquário, e agora os peixes, devidamente separados, podem viver felizes e tranqüilos. Felizes e tranqüilos? Sim, a não ser...hã...quando eu, só para implicar com a minha mãe, decido assustá-los: descobri que se eu mexer os dedos das mãos enquanto as aproximo dos aquários os peixes ficam desesperados e começam a nadar de ré, afastando-se da borda e da ameaça repentina. É de morrer de rir. Minha mãe diz que é uma maldade, me recrimina mas não tem coragem de proibir, pelo contrário, fica com aquele sorriso de quem quer ficar séria mas não resiste à minha cara de alegria. Abaixo, nosso mais recente diálogo sobre minha maldade:
Mamãe: Priscila, você não tem vergonha de assustar uns pobres peixes?
Eu:Mas mãe, essa vida de peixe não tem emoção, não tem nenhuma adrenalina! Eu tenho que fazer a vida deles mais emocionante!
Mamãe: Mas o que traz a adrenalina são as circunstâncias da vida...
Eu: Pois é, eu dou uma de Deus e faço as circunstâncias na vida deles!
Mamãe: Mas, Priscila, dar uma de Deus com os coitados dos peixes?
Eu: Ué, por isso mesmo que eu posso dar uma de Deus, porque são só peixes!
Isso não é difícil de entender, é? :)
10:02 PM
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Quinta-feira, Novembro 11, 2004
Carisma, carisma, carisma!
No filme Os picaretas, estrelado por Steve Martin e Eddie Murphy, Bowfinger, o personagem de Martin, define o que é carisma: " É uma qualidade especial. Não importa o que estiver acontecendo, cada passo que você der, cada palavra que disser, as pessoas vão estar interessadas". Na fita, Bowfinger é um cineasta sem dinheiro nem patrocínio que quer rodar uma película com o maior astro dos filmes de ação da atualidade, o fictício Kit Ramsey - sem que o próprio saiba disso. Ele faz testes com várias garotas e, ao dispensar uma moça, o jovem ator com quem esta contracenou pergunta: "Mas porque você a mandou embora? Ela parecia ser boa!", e Bowfinger então responde: "Não, ela não tinha carisma". Diante da pergunta do rapaz sobre o que era carisma, ele dá a definição acima.
Carisma não depende de beleza, sexo, idade, profissão ou condição social. Não é desenvolvido - ninguém aprende a ser carismático -, pelo contrário, carisma, como o próprio nome diz, é um dom com o qual se nasce. Carisma não depende de simpatia ou sorriso. Também não depende de boa educação. A pessoa simplesmente é carismática e ponto. O carismático é aquele que é amado simplesmente pelo fato de existir. Ele nem abriu a boca, mas as pessoas já o viram e se encantaram com ele. Quando chega diante de uma platéia, ele pode até tremer e não dizer coisa com coisa, mas todo mundo vai estar olhando para ele, sem entender porquê. E vão adorar ficar só olhando para ele, sem saber porquê.
O carismático muitas vezes não tem a mínima idéia de que o é. Mas as pessoas percebem que ele tem alguma coisa especial que as atrai, ou que as faz gostar dele só pelo fato de ele existir. Isso faz com que o carismático também atraia inveja. Os invejosos sabem que ele tem um "quê", não entendem o que é, mas invejam esse "quê" irresistível - e talvez isso explique o fato de alguns fans matarem seus ídolos.
Nem todos os carismáticos tornam-se famosos, como nem todos os famosos são carismáticos. Mas um carismático tem muito mais probabilidade de ter sucesso - seja lá em que área for- principalmente se, ao carisma, juntar simpatia, jogo de cintura, sorte e blá blá blá.
Ontem vi um carismático. Sentada num ônibus lotado, sem que ele sequer olhasse para mim fui atraída pelo seu estranho olhar, evidenciado - por causa da posição em que ele estava, em pé - em apenas um dos olhos, enquanto ele conversava. Depois que o vi, não tive mais para onde olhar. Uns 40 anos, calça social e tênis, camisa de manga comprida e mochila vermelho-sangue nas costas, cabelos compridos, lisos, meio grisalhos e presos, e bigode - mas fosse outra aparência ou outra roupa, o carisma seria o mesmo. Foi só o olhar. Mas...que olhar! Mistura de Fagundes e Pacino, com aquele "quê" inexplicável. Inexplicável não. "Quê" de carismático, "quê" de carisma, "quê" de não importa o que estiver acontecendo, cada passo que você der, cada palavra que disser, as pessoas vão estar interessadas...
E vocês? Conhecem algum carismático?
8:15 PM
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Terça-feira, Novembro 09, 2004
Uma canção, um site, uma língua e um país
Eu tenho o costume de, ao ouvir uma música em inglês legal no rádio, anotar algumas frases para descobrir no Google quem é o intérprete. O problema é que, se eu ouvi a música um só vez, quando encontro a letra ela já não tem serventia simplesmente porque já não me lembro mais da melodia. Ontem, ouvi uma canção com um piano bárbaro interpretada por um cantor com uma bela voz: anotei algumas frases e mais tarde fui procurar. Entrei num site estranho, com a letra logo de cara escrita numa fonte enorme. Aí bateu a dúvida: putz, eu não me lembro da melodia. De repente, acendeu uma 'luzinha' no cérebro e, por instinto, liguei as caxinhas de som. Quase caí para trás: estava tocando a música e tchan, tchan, tchan...não era em formato midi (que eu detesto), era o piano e a voz do cara mesmo!
Aí bateu o comichão: que raio de site é esse? De onde ele é? Com exceção da letra, o restante estava escrito num alfabeto que eu nunca tinha visto na vida. Eu sabia que não era árabe, nem hebraico, nem hindi ou russo. Parecia algo...hum...oriental. Pelo domínio não dava para saber: era .com Fui para a página principal e, a julgar pelo template, parecia um site feito para adolescentes, e...hã...a julgar pelas carinhas da mocinhas, adolescentes em algum lugar da Ásia. Mas em que lugar da Ásia? Vasculhei a página de alto a baixo, mas estava tudo escrito no tal alfabeto. Ah não, mas eu vou descobrir de qualquer jeito! Uma das coisas que aprendi enquanto estagiava no escritório de advocacia, quando tinha que pesquisar para redigir peças processuais, é que a gente sempre encontra uma resposta ou um 'buraco' por onde passar para encontrar um saída: é só procurar. Assim, olhando mais um pouco, descobri que a coluna que indicava estações de rádios estava, felizmente, escrita em inglês. E então encontrei...tchan, tchan, tchan...Bangkok Rádio! Bankok! Mas...onde fica Bangkok? Minha geografia fugiu! Procurei no Google: Bangkok é a capital da Tailândia. Até aí tudo bem. Mas eu tinha que comprovar que o site era mesmo tailandês. Como eu sabia que na Tailândia se fala o língua Thai, foi só procurar um exemplo de alfabeto Thai na Internet e comparar com o do site...para comprovar que ele é mesmo tailandês, hehe! Bendito estágio no escritório...
Ah, a música? É de autoria do compositor e pianista Jim Brickman, e interpretada por Mark Schultz. De Brickman eu já conhecia You e Valentine e, pelo que descobri ontem, como acontece com vários artistas norte-americanos, Jim é cristão mas também compõe músicas seculares. 'Till I see you again, a canção que eu ouvi, é uma dessas composições seculares. Se você quiser ouvir o piano maravilhoso de Jim e a voz rouquinha e bela de Schultz, é só clicar aqui.
10:50 PM
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Segunda-feira, Novembro 08, 2004
Quando for assim
"Quando a noite for tão escura a ponto de você não conseguir ver suas próprias mãos, pode ter certeza de que o amanhecer está muito próximo".
(Provérbio chinês)
11:45 AM
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Quarta-feira, Novembro 03, 2004
Até tu, Brutus?
O mundo não tem mais jeito. Até músicos estão usando drogas. Pois é. É uma certa substância que acalma e ao mesmo tempo ajuda na concentração. Ou seja, para pessoas que precisam se apresentar num palco com bastante tranqüilidade e ainda manter a precisão dos movimentos, é um prato cheio. Ou melhor, a droga perfeita.
E eu achava que esse negócio de ficar nervoso antes e durante uma apresentação era coisa de amador, iniciante ou criança...Um músico profissional nervoso? Nem em sonho. E pensar que eu detestava ficar tão nervosa ao tocar nas audições do conservatório ou quando prestava provas práticas com os professores do Conversatório Brasileiro de Música (só a presença deles já nos fazia tremer...) O negócio é tão feio que já estão até pensando em considerar que o uso dessas drogas seria 'dopping' em uma prova para escolha de um novo instrumentista de orquestra, por exemplo.
Fala sério. Os grandes mestres do passado devem estar se revolvendo nos caixões :)
Fonte: Veja
10:29 PM
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Segunda-feira, Novembro 01, 2004
Babel na cabeça
Eu ainda não sou fluente nem em inglês, nem em alemão. Mas acontecem comigo confusões nessas línguas que são a própria Torre de Babel:
...aula de Processo Civil. Eu estava copiando as explicações do professor do meu próprio jeito, quando de repente, não conseguia me lembrar de uma palavra para escrevê-la. Eu sabia o sentido, mas não conseguia encontrá-la na minha cabeça! Então veio flutuando, lá do fundo do cérebro: enough. E então descobri que a palavra que eu queria era bastante!
...aula de Penal. A professora tinha escrito quando no quadro, mas quando fui copiar no caderno, escrevi um w ao invés de um q. Tomei um susto, fiquei com vergonha de mim mesma e desmanchei.
...aula de Português. Eu queria escrever vai, mas quando fui copiar no caderno, tive uma confusão cerebral: não sabia se a palavra se inciava com v ou com f - porque no alemão, o v tem som de f. Fiquei na maior dúvida durante uns segundos, até que alguma parte esperta da minha massa cinzenta que não estava confusa me fez escrever vai, o que ainda me deixou confusa por uns milésimos de segundos...
...fazendo resumo da lei complementar 46/94. Eu devia escrever licença, mas na hora, veio flutuando license e eu já não sabia se a palavra era com ç ou com s.
...lendo a mesma lei. Toda as vezes em que eu lia a palavra responsabilidade, vinha lá do fundo o som de responsibility- coisa de doido.
...anteontem e ontem , ao escrever os nomes de Diane Keaton e Jack Nicholson, e Julie Delpy e Ethan Hawke, ao invés de usar a conjunção e entre os nomes, usei and! (E agora mesmo tive que me policiar para não errar de novo!)
Vem cá: alguma dessas coisas acontecem com vocês ou é só comigo...?
Ouvindo:End of the Road - Boyz II Men
12:44 PM
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